A deputada federal Carla Zambelli foi condenada a dez anos de prisão por invadir o sistema do Conselho Nacional de Justiça e deixou o Brasil, o que levou o ministro Alexandre de Moraes a pedir sua prisão internacional. A Interpol aceitou o pedido e colocou o nome de Zambelli em sua lista vermelha de procurados, tornando-a alvo de busca em 196 países, embora seu nome não esteja na lista pública. Isso significa que ela não está livre. Moraes já havia solicitado a inclusão de outros nomes na lista, mas esses pedidos foram negados. A situação de Zambelli é diferente porque ela foi condenada e saiu do Brasil pela fronteira com a Argentina. O ministro também pediu ao Ministério da Justiça que iniciasse o processo de extradição dela. A assessoria de Zambelli informou que ela está na Itália. A inclusão de seu nome na lista vermelha é um passo importante para sua captura e possível retorno ao Brasil.
A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) foi condenada a dez anos de prisão por invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e deixou o Brasil, levando o ministro Alexandre de Moraes a solicitar sua prisão internacional. A Interpol acatou o pedido e incluiu o nome da parlamentar em sua lista vermelha de procurados, tornando-a alvo de busca internacional.
Recentemente, circulou nas redes sociais a informação de que a Interpol teria rejeitado o pedido de Moraes. No entanto, a verdade é que a organização atendeu à solicitação e Zambelli agora é procurada em 196 países. Embora seu nome não figure na lista pública de procurados, isso não significa que ela esteja livre. A Interpol esclarece que a maioria das difusões vermelhas é restrita às forças de segurança.
Moraes já havia solicitado a inclusão de outros nomes na lista vermelha, como o blogueiro Allan dos Santos e o influenciador Oswaldo Eustáquio, mas esses pedidos foram rejeitados por falta de informações ou por questões relacionadas a refúgio. A situação de Zambelli é diferente, pois ela foi condenada e deixou o Brasil pela fronteira com a Argentina, o que motivou a decretação de sua prisão preventiva.
O ministro do STF também pediu ao Ministério da Justiça que formalizasse o pedido de extradição da deputada. A assessoria de Zambelli informou que ela está atualmente na Itália. A inclusão de seu nome na lista vermelha da Interpol representa um passo significativo na busca por sua captura e possível extradição ao Brasil.
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