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Líder do PL critica Haddad e pede economista para cortar gastos públicos

Sóstenes Cavalcante critica medidas do governo Lula sobre o IOF e pede a saída do ministro da Fazenda, enquanto o Congresso hesita em aprovar novas tributações.

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Sóstenes Cavalcante, líder do PL na Câmara, criticou as medidas do governo Lula para compensar a redução do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e pediu a troca do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele afirmou que as propostas não incluem cortes de gastos. O partido de Jair Bolsonaro se reunirá para discutir como barrar as novas propostas de tributação. O governo anunciou um acordo para reduzir o aumento do IOF, buscando compensar a perda de arrecadação com uma taxação maior sobre apostas e a tributação de títulos de renda fixa, como as Letras de Crédito Imobiliário e do Agronegócio. No entanto, o presidente da Câmara, Hugo Motta, disse que o Congresso não está comprometido em aprovar essas medidas. O aumento do IOF, anunciado em maio, gerou polêmica e dominou a agenda do governo no Congresso, levando a oposição a pressionar por um projeto que derrube a medida.

O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, criticou as recentes medidas do governo Lula para compensar a redução do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). O deputado argumentou que as propostas não incluem cortes de despesas e pediu a substituição do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. “A cada reunião, tenho certeza de que ele precisa ser substituído por um economista para cortar gastos”, afirmou Cavalcante.

O partido de Jair Bolsonaro se reunirá nesta terça-feira, 10, para discutir estratégias a fim de barrar as novas propostas de tributação apresentadas pelo governo. No último domingo, 8, após longas negociações com líderes do Congresso, o governo anunciou um acordo para reduzir o aumento do IOF, buscando compensar a perda de arrecadação com uma taxação maior sobre apostas e a tributação de títulos de renda fixa, como as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e do Agronegócio (LCA).

Entretanto, o presidente da Câmara, Hugo Motta, declarou que o Congresso não tem compromisso de aprovar as medidas sugeridas por Haddad. O aumento do IOF, anunciado em 22 de maio, gerou polêmica no mercado financeiro e monopolizou a agenda do governo no Congresso. Após o anúncio, o Ministério da Fazenda já havia revogado parte do decreto, mas a oposição continua pressionando para que um projeto de decreto legislativo seja pautado, visando a derrubada total da medida.

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