O ex-presidente Jair Bolsonaro foi interrogado por quase duas horas no Supremo Tribunal Federal (STF) e afirmou que a responsabilidade de provar sua culpa é da Corte, não dele. Ele fez uma comparação curiosa, dizendo que não pode avaliar se é bonito ou não, assim como não cabe a ele avaliar sua própria situação. Durante o depoimento, mencionou uma acusação estranha de “botar fogo no deserto”. O evento atraiu um grande público, incluindo estudantes de direito, e o auditório teve que ser ampliado para acomodar todos os presentes. A investigação contra Bolsonaro envolve várias acusações sobre sua conduta durante a presidência, e o interrogatório gerou grande interesse público.
Após um interrogatório de quase duas horas no Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que cabe à Corte provar sua culpa, e não a ele demonstrar inocência. Ao ser questionado sobre seu desempenho, Bolsonaro comparou a situação a avaliar sua aparência: “Como vou avaliar se sou um cara bonito ou não?”. Ele enfatizou que quem deve avaliar não é ele, mas sim o STF.
Durante a sessão, o ex-chefe do Executivo fez uma declaração enigmática, mencionando que está sendo acusado de “botar fogo no deserto”. O evento atraiu um grande público, incluindo estudantes de direito, e o auditório da Primeira Turma, que possui 126 assentos, foi ampliado com 40 cadeiras extras para acomodar todos os presentes.
A investigação contra Bolsonaro abrange diversas acusações relacionadas à sua conduta durante a presidência. O interrogatório, que ocorreu na tarde desta terça-feira, gerou grande expectativa e mobilização, refletindo o interesse público em torno do caso. A presença de estudantes no STF indica um envolvimento da nova geração com questões políticas e jurídicas do país.
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