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Braga Netto afirma que delator Mauro Cid mentiu durante seu depoimento

General Braga Netto, preso por suposto golpe, nega acusações de Mauro Cid, que confirmou a tentativa, mas se isentou de culpa.

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O general Braga Netto, ex-ministro da Defesa e candidato a vice na chapa de Jair Bolsonaro, está preso no Rio de Janeiro por suposto envolvimento em uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Ele nega as acusações feitas por Mauro Cid, que confirmou a tentativa de golpe, mas negou sua participação. Braga Netto afirmou que a visita de dois integrantes das Forças Especiais, que Cid pediu, foi apenas uma cortesia e não envolveu discussões sobre planos golpistas. Ele também negou ter entregado dinheiro a Cid, que mencionou ter recebido um pacote do general dentro de uma caixa de vinho, mas não detalhou o valor. O general comentou sobre mensagens enviadas a outros oficiais, que foram vistas como incitação à violência, dizendo que foram tiradas de contexto. Outros ex-integrantes do governo, como Paulo Sérgio Nogueira e Almir Garnier, também negaram qualquer tentativa de golpe. Nogueira pediu desculpas por críticas ao sistema eleitoral, enquanto Garnier disse que não houve documentos sobre uma ruptura institucional. Jair Bolsonaro, por sua vez, negou qualquer tentativa de golpe e classificou suas críticas ao sistema eleitoral como “retórica”, fazendo piadas para aliviar a tensão.

O general Braga Netto, ex-ministro da Defesa e candidato a vice na chapa de Jair Bolsonaro, está preso no Rio de Janeiro, acusado de envolvimento em uma tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Em seu depoimento, Braga Netto nega as acusações feitas pelo delator Mauro Cid, afirmando que ele mentiu em várias ocasiões.

Braga Netto alega que Cid confirmou a tentativa de golpe, mas negou sua participação. O general afirma que recebeu dois integrantes das Forças Especiais a pedido de Cid, mas que a visita foi meramente cortês e não envolveu discussões profundas. Em contrapartida, Cid afirma que os dois eram conhecidos de longa data e que se encontraram para discutir planos golpistas.

O ex-ministro também refutou alegações sobre a entrega de dinheiro a Cid, afirmando que não tinha contato com empresários e que nunca pediu ou entregou dinheiro a ninguém. Cid, por sua vez, mencionou que recebeu um pacote do general dentro de uma caixa de vinho, mas não especificou o valor contido.

Reuniões e Mensagens

Braga Netto também comentou sobre mensagens enviadas a outros oficiais, que foram interpretadas como incitação à violência. Ele afirmou que essas mensagens foram tiradas de contexto e que não se lembrava de tê-las enviado. O general justificou sua presença em reuniões para a elaboração do plano de governo de Bolsonaro, afirmando que estava apenas cumprindo suas funções.

Durante os depoimentos, outros ex-integrantes do governo, como Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa, e Almir Garnier, ex-comandante da Marinha, também negaram qualquer tentativa de golpe. Nogueira pediu desculpas por suas críticas ao sistema eleitoral, enquanto Garnier afirmou que não houve apresentação de documentos sobre uma ruptura institucional.

O ex-presidente Jair Bolsonaro, que também se manifestou, negou qualquer tentativa de golpe e justificou suas críticas ao sistema eleitoral como “retórica”. Ele pediu desculpas e fez piadas durante a sessão, aliviando a tensão no ambiente.

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