A família de João do Vale, um famoso compositor do Maranhão, denunciou que seu nome e suas obras estão sendo usados sem autorização em um projeto cultural chamado “Pelos Trilhos da Vida: História e Memória do Compositor João do Vale”. Esse projeto foi aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura do Maranhão, mas a produtora não apresentou a permissão necessária para usar as obras do artista. Gabriel Vale, neto de João do Vale e representante da família, fez uma reclamação formal à Secretaria, mas não obteve resposta. Diante disso, a família planeja levar o caso ao Ministério Público para garantir que os direitos autorais e a memória do compositor sejam respeitados. Gabriel ressaltou que é inaceitável que, em 2025, projetos culturais com dinheiro público desrespeitem os direitos de um artista tão importante.
A família do compositor maranhense João do Vale denunciou o uso indevido de seu nome e obra em um projeto cultural intitulado “Pelos Trilhos da Vida: História e Memória do Compositor João do Vale”. O projeto foi aprovado pela Secretaria de Estado da Cultura do Maranhão (SECMA) sem a autorização necessária da família, que detém os direitos autorais do artista.
De acordo com a denúncia, a produtora responsável pelo documentário não apresentou a autorização prévia exigida pelo edital para o uso de obras protegidas. Gabriel Vale, neto do compositor e representante legal da família, protocolou uma reclamação formal junto à SECMA, mas não recebeu resposta até o momento.
João do Vale, conhecido por clássicos como “Carcará” e “Na Asa do Vento”, é um ícone da música popular brasileira. Gabriel destacou a importância de respeitar a memória do avô, afirmando que é inaceitável que, em 2025, projetos culturais financiados com recursos públicos desrespeitem os direitos de um artista tão relevante.
Ação da Família
Diante da falta de resposta da Secretaria, a família planeja levar o caso ao Ministério Público e notificar outras instâncias competentes. O objetivo é garantir o respeito aos direitos autorais e à memória de João do Vale, que, segundo Gabriel, continua a ser explorado mesmo após sua morte. A situação levanta questões sobre a proteção dos direitos dos artistas e a necessidade de diálogo em projetos culturais que envolvem suas obras.
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