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Moraes rejeita pedido de Bolsonaro para exibir vídeos em depoimento no STF

Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, rejeitou o pedido da defesa de Jair Bolsonaro para exibir vídeos durante seu depoimento. O ex-presidente é investigado por sua suposta participação na tentativa de golpe em 2022 e 2023. Moraes argumentou que a apresentação de novas provas deve ser feita por meio da inclusão nos autos do processo. Bolsonaro pretendia usar o depoimento para mostrar gravações que, segundo ele, seriam relevantes, incluindo críticas ao sistema eleitoral feitas por figuras como o ministro do STF Flávio Dino e o ex-ministro Carlos Lupi. O ex-presidente sustentou que essas imagens demonstrariam que suas críticas eram meras discordâncias técnicas, amparadas pela liberdade de expressão. O ministro destacou que o interrogatório não é o momento adequado para a apresentação de novas provas, permitindo apenas referências a materiais já presentes nos autos. Apesar da proibição, Bolsonaro fez menções a algumas falas durante seu depoimento, incluindo uma de Lupi sobre a impressão do voto. Ele também citou um vídeo de novembro de 2022, onde pedia a seus apoiadores que desobstruíssem rodovias ocupadas em protesto contra os resultados eleitorais, enfatizando a legitimidade do movimento. O depoimento deve trazer novos desdobramentos à investigação em andamento. **Linha fina:** Moraes nega exibição de vídeos no depoimento de Bolsonaro, que busca reforçar sua defesa em investigação sobre tentativa de golpe.

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Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, negou o pedido da defesa de Jair Bolsonaro para mostrar vídeos durante seu depoimento, que acontece em meio à investigação sobre sua suposta participação na tentativa de golpe em 2022 e 2023. Moraes afirmou que novas provas devem ser apresentadas nos autos do processo, e não durante o interrogatório. Bolsonaro queria usar os vídeos para argumentar que suas críticas ao sistema eleitoral eram apenas discordâncias técnicas, mas Moraes deixou claro que o momento não era adequado para isso. Apesar da proibição, Bolsonaro fez referências a algumas falas e mencionou um vídeo de 2022, onde pedia a seus apoiadores que desobstruíssem rodovias em protesto contra os resultados eleitorais. O depoimento pode trazer novos desdobramentos para a investigação.

Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou um pedido da defesa de Jair Bolsonaro para exibir vídeos durante seu depoimento nesta terça-feira, 10 de outubro. O ex-presidente está sendo investigado por sua suposta participação na tentativa de golpe em 2022 e 2023. A decisão de Moraes se baseou no entendimento de que a apresentação de novas provas deve ocorrer por meio da inclusão nos autos do processo.

Bolsonaro havia manifestado a intenção de usar o depoimento para mostrar gravações que, segundo ele, seriam relevantes para a investigação. Entre os vídeos estavam críticas ao sistema eleitoral feitas por figuras como o ministro do STF Flávio Dino e o ex-ministro Carlos Lupi. O ex-presidente argumentou que essas imagens demonstrariam que suas críticas eram meras discordâncias técnicas, amparadas pela liberdade de expressão.

Moraes destacou que o interrogatório não é o momento apropriado para a apresentação de provas novas. Ele afirmou que a defesa deve incluir os vídeos nos autos, permitindo que as partes se manifestem sobre eles. “No interrogatório, o réu e sua Defesa podem utilizar, apontar e fazer referência a qualquer prova presente nos autos,” declarou o ministro.

Apesar da proibição, Bolsonaro fez referências a algumas falas durante o depoimento, incluindo a de Lupi, que defendia a impressão do voto. O ex-presidente também mencionou um vídeo de novembro de 2022, onde pedia a seus apoiadores que desobstruíssem rodovias ocupadas em protesto contra os resultados eleitorais, enfatizando a importância da legitimidade do movimento. A expectativa é que o depoimento traga novos desdobramentos à investigação em curso.

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