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Fernanda Montenegro solicita a Nunes que não despeje o teatro Mungunzá

Fernanda Montenegro apela ao prefeito Ricardo Nunes para salvar o Teatro de Contêiner Mungunzá, ameaçado por novos projetos habitacionais na região.

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A atriz Fernanda Montenegro escreveu uma carta ao prefeito Ricardo Nunes pedindo que ele reconsidere o despejo do Teatro de Contêiner Mungunzá, que está em São Paulo desde 2016. O teatro enfrenta a ameaça de desocupação porque a prefeitura quer construir um conjunto habitacional no local. Na carta, Fernanda fala sobre a importância cultural do Mungunzá, que já fez mais de 4.000 projetos em 17 anos. Ela descreve o teatro como um lugar de renascimento e união para a comunidade. A prefeitura respondeu que está oferecendo novas opções de localização para o teatro, enquanto planeja construir um condomínio com 80 apartamentos para famílias de baixa renda na área. Além disso, o projeto inclui uma praça e uma quadra para a comunidade. A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo também está planejando um prédio com 91 unidades e um espaço comercial na mesma rua, onde houve um incêndio em uma ocupação irregular.

A atriz Fernanda Montenegro enviou uma carta ao prefeito Ricardo Nunes solicitando a reconsideração do despejo do Teatro de Contêiner Mungunzá, localizado no Centro de São Paulo. O teatro, que está na Rua dos Gusmões desde 2016, enfrenta a ameaça de desocupação devido a planos da prefeitura para construir um conjunto habitacional na área.

Na carta, Fernanda destaca a relevância cultural do Mungunzá, que já realizou mais de 4.000 projetos ao longo de seus 17 anos de atividades. A atriz descreve o teatro como um “sinal de renascimento” para o bairro e um espaço de “comunhão humana”. Ela pede ao prefeito que “repense o fechamento e despejo” do local, enfatizando a importância da companhia para a história teatral de São Paulo e do Brasil.

A resposta da prefeitura indica que estão sendo oferecidas alternativas de localização para o teatro, com doação de área definitiva. As negociações ainda estão em andamento. A gestão municipal planeja a construção de um condomínio com 80 apartamentos voltados para famílias de baixa renda na região, onde antes havia uma concentração de dependentes químicos.

Além do condomínio, o projeto inclui uma praça com área de lazer e uma quadra, que será utilizada pelos moradores e pela comunidade local. A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU) também está envolvida em planos para a construção de um prédio com 91 unidades e um espaço comercial na Rua dos Gusmões, onde uma ocupação irregular pegou fogo em março.

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