Um juiz federal decidiu que Mahmoud Khalil, estudante da Universidade Columbia, não pode ser mantido preso pelo governo dos EUA. A detenção, que ocorreu em março, foi considerada inconstitucional e prejudicial à sua carreira. Khalil deve ser libertado na sexta-feira, mas o Departamento de Justiça pode recorrer da decisão. O juiz Michael Farbiarz afirmou que a aplicação do Ato de Imigração e Nacionalidade, usada para justificar a detenção, foi inadequada. Khalil, que é casado com uma cidadã americana e pai de um filho nascido nos EUA, foi preso por sua participação em protestos pró-Palestina, que o governo alegou serem uma ameaça à segurança nacional. Ele também foi acusado de não informar sua participação em organizações pró-Palestina ao solicitar residência permanente, mas essa alegação é contestada pela defesa. Apesar de não ter sido acusado de crimes, ele foi enviado para uma unidade de detenção na Louisiana enquanto tenta evitar a deportação. Seu caso se tornou um símbolo de resistência contra a política migratória do governo Trump.
Um juiz federal decidiu que o estudante da Universidade Columbia, Mahmoud Khalil, não pode ser mantido preso pelo governo dos EUA. A detenção, ocorrida em março, foi considerada inconstitucional e prejudicial à sua carreira. A libertação de Khalil está prevista para sexta-feira, permitindo ao Departamento de Justiça recorrer da decisão.
O juiz Michael Farbiarz afirmou que a aplicação do Ato de Imigração e Nacionalidade, usado para justificar a detenção, foi indevida. Em uma decisão anterior, ele já havia classificado essa aplicação como “inconstitucional”. O magistrado destacou que a detenção de Khalil estava causando danos irreparáveis à sua carreira e restringindo sua liberdade de expressão.
Khalil, que é casado com uma cidadã americana e pai de um filho nascido nos EUA, foi preso em uma das primeiras operações do governo Trump contra estudantes que participaram de protestos pró-Palestina. O governo alegou que sua presença nos EUA representava um risco à segurança nacional, citando sua participação em atos no campus da Columbia em 2024, que foram rotulados como “antissemita”.
Além disso, as autoridades acusaram Khalil de omitir sua participação em organizações pró-Palestina ao solicitar residência permanente, uma alegação contestada pela defesa. Apesar de não ter sido acusado de nenhum crime, ele foi enviado para uma unidade de detenção na Louisiana, enquanto tenta evitar a deportação. Seu caso se tornou um símbolo de resistência contra a política migratória do governo Trump e a retórica considerada extremista em relação a críticas à operação militar israelense em Gaza.
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