A união entre os partidos União Brasil e PP se juntou à oposição e decidiu não apoiar as novas medidas do governo Lula que pretendem substituir o aumento do IOF. Eles “fecharam questão” sobre o assunto, o que significa que todos os seus deputados e senadores devem votar da mesma forma. Essa decisão pode dificultar a aprovação da medida provisória que o governo enviará ao Congresso, que inclui aumento de impostos sobre apostas, fintechs e alguns títulos de crédito. Com 109 deputados, essa aliança tem mais força do que as bancadas do PL e do PT. No Senado, eles têm 14 parlamentares. Apesar de ocuparem quatro ministérios no governo, essa aliança mostra descontentamento com as novas propostas. Senadores de outros partidos também criticaram as medidas, alegando que elas prejudicam o crescimento do país. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, falou sobre a necessidade de discutir o fim dos supersalários e apresentou um novo pacote fiscal para substituir o aumento do IOF, mas essas mudanças ainda precisam ser aprovadas pelo Congresso.
A federação entre União Brasil e PP se uniu à oposição e anunciou que não apoiará as novas medidas do governo Lula (PT) que visam substituir o aumento do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras). Os partidos “fecharam questão” sobre o tema, o que significa que suas bancadas na Câmara e no Senado devem votar em bloco. A medida pode resultar em punições para parlamentares que desrespeitarem a orientação.
Esse movimento do centrão complica a aprovação da medida provisória que o governo deve enviar ao Congresso ainda esta semana. As novas propostas incluem o aumento da tributação sobre bets, fintechs e alguns títulos de crédito, com o objetivo de ampliar a arrecadação.
Com 109 deputados, a união entre União Brasil e PP supera as bancadas do PL e do PT. No Senado, os dois partidos somam 14 parlamentares. Apesar de terem quatro ministérios no governo, a aliança com a oposição demonstra um descontentamento com as novas medidas. O União Brasil, presidido por Davi Alcolumbre, controla pastas importantes, como Integração e Desenvolvimento Regional, enquanto o PP lidera o Ministério do Esporte.
Senadores de partidos como PL, Republicanos, Novo e PSDB criticaram as propostas do governo, afirmando que elas “punem o crescimento e o investimento de longo prazo do país”. Em resposta, a oposição sugere cortes e revisões de benefícios fiscais, com o presidente da Câmara, Hugo Motta, defendendo a necessidade de eliminar isenções fiscais.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, reiterou a importância de discutir o fim dos supersalários e apresentou um pacote fiscal para substituir o aumento do IOF. As mudanças ainda precisam passar pela aprovação do Congresso, após serem chanceladas pelo presidente Lula.
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