O presidente do Inmetro, Márcio André Brito, está sendo investigado pelo Ministério Público Federal por possíveis irregularidades no uso de um carro alugado da locadora Kaele. O veículo, um Toyota Corolla 2023, é questionado por ter sido usado para fins pessoais e por estar ligado a contratos suspeitos de superfaturamento. Brito diz que paga pelo aluguel do carro, mas não apresentou provas disso. A locadora Kaele já teve contratos suspensos por suspeitas de superfaturamento e Brito prorrogou um contrato com a empresa em 2022, no valor de R$ 204 mil. Desde 2023, o IPEM alugou 17 veículos, totalizando cerca de R$ 46 mil mensais. Além disso, o MPF investiga um motorista terceirizado que trabalha para Brito sem registro de ponto. A Kaele também enfrenta investigações em outros estados, mas o MPF ainda não encontrou provas suficientes sobre as irregularidades. O caso continua em apuração e novas denúncias estão sendo recebidas.
O presidente do Inmetro, Márcio André Brito, está sob investigação do Ministério Público Federal (MPF) por possíveis irregularidades no uso de um carro alugado. O veículo, um Toyota Corolla 2023, pertence à locadora Kaele, que possui contratos com autarquias estaduais, incluindo o IPEM do Amazonas, onde Brito atuou por 12 anos.
Recentemente, surgiram denúncias sobre o uso particular do carro e a relação da locadora com contratos suspeitos de supersafuramento. O MPF investiga essas alegações, que foram apresentadas por meio de uma representação anônima. Brito afirma que o carro é alugado por suas próprias expensas, mas não apresentou documentos que comprovem essa afirmação.
Contratos e Denúncias
A locadora Kaele, que opera em Manaus e Boa Vista, já teve contratos suspensos por suspeitas de superfaturamento. O IPEM-AM confirmou que a empresa possui contrato com vários órgãos estaduais, e documentos revelam que Brito prorrogou um contrato com a Kaele em 2022, no valor de R$ 204 mil. Desde 2023, o IPEM alugou 17 veículos, totalizando cerca de R$ 46 mil mensais.
Além disso, o MPF investiga um terceirizado que atuaria como motorista de Brito, sem registrar ponto como os demais funcionários. O Inmetro defende que o terceirizado participa de atividades internas e externas, mas não esclarece a situação do ponto eletrônico.
Situação da Locadora
A Kaele não presta serviços apenas ao IPEM-AM, tendo vencido licitações em outros estados, como Bahia e Mato Grosso. A locadora enfrenta investigações por possíveis irregularidades em contratos com a prefeitura de Coari (AM) e com o governo de Roraima. O MPF ainda não encontrou evidências suficientes para confirmar as irregularidades, dada a complexidade dos fatos apurados.
O caso continua em fase de instrução, e o MPF segue recebendo denúncias relacionadas ao uso do veículo e à atuação da locadora. A situação de Brito e a relação com a Kaele permanecem sob análise das autoridades competentes.
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