Um servidor da Câmara dos Deputados encontrou um escorpião no banheiro da liderança do Podemos na última quinta-feira. Brigadistas foram chamados para remover o animal antes que alguém fosse picado. A presença de escorpiões na Câmara não é nova, já que o subsolo, onde ficam vários gabinetes, é conhecido por abrigar esses animais. Apesar disso, a Câmara afirmou que não há uma infestação, apenas casos esporádicos. Segundo a instituição, a presença de escorpiões é comum na área e sua erradicação é difícil devido ao sistema de esgoto e águas pluviais. A Câmara realiza um controle trimestral com inseticidas, mas a situação ainda gera preocupações sobre a segurança de servidores e visitantes.
Um servidor da Câmara dos Deputados encontrou um escorpião no banheiro da liderança do Podemos na quinta-feira passada. O incidente levou à intervenção de brigadistas, que foram acionados para remover o animal antes que alguém fosse picado.
A presença de escorpiões nas dependências do Congresso não é novidade. Relatos anteriores indicam que o subsolo da Câmara, onde estão localizados diversos gabinetes, é conhecido por abrigar esses animais peçonhentos. Apesar disso, a Câmara negou a existência de uma infestação, reconhecendo apenas a ocorrência de casos esporádicos.
De acordo com a Câmara, a presença de escorpiões é comum na região, e sua erradicação é considerada impossível devido ao compartilhamento das galerias de águas fluviais e de esgoto, que favorecem a proliferação desses insetos. A instituição informou que mantém um programa de controle de vetores, que inclui a aplicação trimestral de inseticidas em todas as suas dependências.
A situação levanta preocupações sobre a segurança dos servidores e visitantes da Câmara, que podem ser expostos a riscos associados à presença desses animais. A resposta da Câmara ao incidente sugere que, embora haja medidas em vigor, a questão da presença de escorpiões ainda requer atenção contínua.
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