O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, deve votar um projeto que cria 18 novas cadeiras na Câmara dos Deputados, aumentando o total para 531. Essa votação precisa acontecer até 30 de junho, conforme uma decisão do Supremo Tribunal Federal que pediu a atualização da quantidade de deputados de acordo com as mudanças na população. A proposta já foi aprovada pela Câmara e visa evitar que sete estados percam representantes, enquanto outros sete ganham. Alcolumbre afirmou que essa medida não aumentará os gastos públicos e destacou a importância de votar rapidamente. A ampliação das cadeiras busca melhorar a representação política no Brasil, que está mudando demograficamente.
Em meio a articulações no Congresso, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, deve votar nesta semana um projeto que cria 18 novas cadeiras na Câmara dos Deputados, elevando o total para 531 parlamentares. A votação precisa ocorrer até 30 de junho, conforme determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), que exigiu a adequação da composição da Câmara às mudanças populacionais.
A proposta, já aprovada na Câmara, busca contornar uma decisão do STF que, em 2023, ordenou a redistribuição das atuais 513 cadeiras. Essa redistribuição resultaria na perda de deputados para sete estados e ganho para outros sete. A Câmara, sob a liderança de Hugo Motta, optou por criar novas cadeiras para atender as unidades federativas que estão sub-representadas.
Davi Alcolumbre afirmou que a medida é uma forma de cumprir a decisão judicial e que não haverá aumento de despesas. “Caso o Senado se debruce sobre o projeto e amplie o número de vagas, não haverá aumento de despesa em lugar algum”, destacou. Ele expressou sua intenção de deliberar sobre o projeto antes do prazo estipulado pelo STF, enfatizando a importância da agilidade na votação.
A proposta de ampliação das cadeiras na Câmara reflete um esforço para equilibrar a representação política no Brasil, em um momento em que a população e a dinâmica demográfica do país estão em constante mudança.
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