O ex-presidente Jair Bolsonaro e outros réus estão sendo investigados por uma suposta tentativa de golpe de Estado, com a delação do tenente-coronel Mauro Cid sendo um ponto central da apuração. As defesas de Bolsonaro, do general Braga Netto e do ex-ministro Anderson Torres tentam anular a delação de Cid, alegando que ele violou o acordo ao manter contato com outros investigados por meio de um perfil de Instagram. O ministro Alexandre de Moraes, que cuida do caso no Supremo Tribunal Federal, vai analisar os pedidos feitos. Os advogados de Bolsonaro pediram mais tempo para receber informações da Meta sobre o perfil mencionado. A delação de Cid tem cláusulas de sigilo que proíbem esse tipo de contato e o uso de redes sociais. A defesa de Braga Netto também pediu a investigação do perfil, que, se confirmado, poderia invalidar a delação. Cid afirmou que sofreu pressões da Polícia Federal e que seu depoimento foi manipulado. As defesas argumentam que há contradições entre os depoimentos de Cid e Braga Netto, já que Cid disse que o general entregou dinheiro para financiar manifestações, enquanto Braga Netto nega isso. A defesa de Torres quer uma acareação com o ex-comandante do Exército, que mudou sua versão sobre a presença de Torres em reuniões relacionadas ao golpe. Além disso, a defesa de Torres pediu uma perícia em uma minuta apreendida, alegando que ela não está ligada às acusações. As investigações continuam e novas diligências estão sendo solicitadas para esclarecer os fatos.
O ex-presidente Jair Bolsonaro, o general Braga Netto e o ex-ministro Anderson Torres estão sob investigação por suposta tentativa de golpe de Estado. O foco da apuração é a delação do tenente-coronel Mauro Cid, considerada essencial para a denúncia.
As defesas dos réus tentam anular a delação de Cid, alegando que ele violou o acordo de colaboração ao manter contato com outros investigados por meio de um perfil de Instagram. O ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), avaliará os pedidos apresentados. Os advogados de Bolsonaro solicitaram mais prazo para aguardar informações da Meta sobre o perfil mencionado.
A delação de Mauro Cid inclui cláusulas de sigilo, que proíbem o contato com outros investigados e o uso de redes sociais. A defesa de Braga Netto também pediu a investigação do perfil atribuído a Cid, que, se confirmado, poderia invalidar a delação. Cid, em seus depoimentos, mencionou pressões da Polícia Federal e alegou que o depoimento foi manipulado.
As defesas argumentam que as contradições entre os depoimentos de Cid e Braga Netto precisam ser esclarecidas. Cid afirmou que o general entregou dinheiro para financiar manifestações, enquanto Braga Netto nega ter feito qualquer entrega. A defesa de Anderson Torres, por sua vez, busca acareação com o ex-comandante do Exército, que alterou sua versão sobre a presença de Torres em reuniões relacionadas ao golpe.
Além disso, a defesa de Torres pediu uma perícia em uma minuta apreendida, argumentando que ela não está relacionada às acusações. O desdobramento das investigações continua a ser acompanhado de perto, com novas diligências sendo solicitadas para esclarecer os fatos.
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