O deputado Junio Amaral pediu permissão ao ministro Alexandre de Moraes para visitar o ex-ministro Walter Braga Netto, que está preso desde dezembro em uma cela especial do Exército no Rio de Janeiro. Amaral se diz “amigo íntimo” de Braga Netto e baseia seu pedido no direito de visitas garantido pela Lei de Execuções Penais. A prisão de Braga Netto está ligada a investigações sobre sua atuação no governo de Jair Bolsonaro. A resposta de Moraes ao pedido de visita ainda não foi divulgada, e a situação de Braga Netto continua sendo acompanhada de perto.
O deputado bolsonarista Junio Amaral (PL-MG) solicitou ao ministro Alexandre de Moraes autorização para visitar o ex-ministro Walter Braga Netto, que está preso preventivamente desde dezembro. Braga Netto, ex-ministro de Jair Bolsonaro, encontra-se em uma cela especial na 1ª Divisão do Exército, localizada na Vila Militar, no Rio de Janeiro.
Na petição, Amaral argumenta ser “amigo íntimo” de Braga Netto há muitos anos. O pedido se fundamenta no artigo 41 da Lei de Execuções Penais, que assegura aos presos o direito de receber visitas de cônjuges, companheiros, parentes e amigos em dias determinados.
A prisão de Braga Netto ocorre em meio a investigações que envolvem sua atuação no governo anterior. O ex-ministro é um dos nomes que têm sido alvo de apurações relacionadas a possíveis irregularidades durante sua gestão. A visita de um deputado, especialmente um aliado político, pode ser vista como uma tentativa de apoio e solidariedade em um momento delicado.
A decisão de Moraes sobre o pedido de visita ainda não foi divulgada. A situação de Braga Netto continua a ser monitorada de perto, tanto por seus apoiadores quanto pelos órgãos de investigação.
Entre na conversa da comunidade