O governo Lula informou que, em 2024, mais de 98% dos empregos formais criados foram ocupados por pessoas cadastradas no CadÚnico, com 1,69 milhão de novas vagas. Desses, 1,27 milhão, ou 75,5%, são beneficiários do Bolsa Família. O ministro do Desenvolvimento, Wellington Dias, destacou que esses beneficiários estão em busca de empregos melhores. Uma razão para esse sucesso é a Regra de Proteção do Bolsa Família, que permite que os beneficiários mantenham 50% do auxílio por até dois anos ao começarem a trabalhar. Atualmente, mais de 3.000 famílias se beneficiam dessa regra. Em julho, haverá mudanças para ajudar mais famílias em situação de pobreza extrema, permitindo que aquelas que superarem o limite de renda continuem no programa por mais doze meses, recebendo metade do benefício. Essas alterações visam melhorar o apoio às famílias em vulnerabilidade social.
O governo Lula anunciou nesta terça-feira, 17, que mais de 98% dos empregos formais gerados em 2024 foram ocupados por pessoas cadastradas no CadÚnico. Essa informação foi divulgada em uma nota institucional, que destaca a criação de 1,69 milhão de vagas com carteira assinada no ano.
Entre os novos contratados, 1,27 milhão (75,5%) são beneficiários do Bolsa Família. Outros 395 mil (23,4%) pertencem ao CadÚnico, mas não recebem o benefício. O ministro do Desenvolvimento, Wellington Dias, ressaltou que os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que as pessoas do Bolsa Família buscam empregos decentes e estão dispostas a trabalhar.
Regra de Proteção
Uma das principais razões para esse desempenho positivo é a Regra de Proteção do Bolsa Família, que permite aos beneficiários manter 50% do valor do auxílio por até dois anos após ingressarem no mercado de trabalho. Atualmente, mais de 3.000 famílias estão sendo beneficiadas por essa regra.
A partir de julho, ajustes na regra visam reduzir a fila de espera e priorizar famílias em situação de pobreza extrema. As famílias que ultrapassarem o limite de renda para o Bolsa Família, de R$ 218 por pessoa, poderão continuar no programa por mais doze meses, recebendo metade do benefício. Já aquelas com renda estável, como aposentadorias, poderão permanecer por até dois meses.
Essas mudanças buscam garantir a sustentabilidade e efetividade do programa, além de atender melhor as necessidades das famílias em vulnerabilidade social.
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