Uma audiência de conciliação entre Silvio Almeida, ex-ministro dos Direitos Humanos, e Leonardo Pinho, ex-diretor do ministério, está marcada para esta terça-feira à tarde, por videoconferência. A audiência foi proposta pelo Ministério Público do Distrito Federal. Almeida busca reparação por calúnia e difamação após Pinho fazer acusações de assédio moral em uma entrevista ao portal Metrópoles. Pinho afirmou que a relação entre eles piorou em 2023, com episódios de agressividade de Almeida, que teria gritado e xingado, especialmente em relação à ministra Anielle Franco. A defesa de Almeida nega as acusações, chamando-as de falsas e sem provas. Já a defesa de Pinho afirma que Almeida tenta intimidar pessoas para atingir Franco.
Está agendada para esta terça-feira uma audiência de conciliação entre Silvio Almeida, ex-ministro dos Direitos Humanos, e Leonardo Pinho, ex-diretor do ministério. O encontro ocorrerá por videoconferência na parte da tarde, após uma proposta do Ministério Público do Distrito Federal. Almeida busca reparação por calúnia e difamação em decorrência das acusações feitas por Pinho em uma entrevista ao portal Metrópoles.
Na entrevista, Pinho relatou que, ao longo de 2023, a relação entre ele e Almeida se deteriorou, resultando em episódios de agressividade por parte do ex-ministro. O ex-diretor afirmou que Almeida teria gritado, xingado e se comportado de maneira intimidadora, especialmente ao mencionar a ministra Anielle Franco, que o acusou de assédio sexual. Pinho descreveu um momento em que Almeida teria dito: “Sou ministro de Estado, você é um merda”, e expressou medo de ser agredido.
A defesa de Almeida refutou as alegações, classificando-as como “absolutamente inverídicas” e sem fundamento. Os advogados do ex-ministro argumentam que Pinho não apresentou evidências concretas que sustentem suas acusações, como horários, locais ou testemunhas. A peça jurídica destaca que as declarações de Pinho carecem de veracidade e apuração adequada, e que tais condutas não devem ser toleradas em um Estado democrático.
Por outro lado, a defesa de Pinho sustenta que Almeida está tentando intimidar várias pessoas, visando atingir a ministra Anielle Franco. Os advogados Carlos Nicodemos e Rodolfo Xavier afirmam que há uma firme posição em relação aos fatos relatados, que ocorreram durante a gestão de Almeida no Ministério dos Direitos Humanos.
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