A Advocacia-Geral da União anunciou que vai indenizar a família de Vladimir Herzog, um jornalista que foi assassinado durante a ditadura militar, em R$ 3 milhões. Esse acordo, que é resultado de uma ação judicial, precisa ser aprovado pela Justiça Federal. Este ano é especial porque marca os 50 anos da morte de Herzog, que ocorreu em 1975. Em março, o Ministério dos Direitos Humanos reconheceu Herzog como anistiado político. Além da indenização, a AGU também vai continuar pagando uma pensão mensal de R$ 34,5 mil para a viúva dele, Clarice. O acordo inclui valores retroativos e compensação por danos morais. A AGU planeja um ato simbólico no Instituto Vladimir Herzog em São Paulo, onde a procuradora-geral da União, Clarice Calixto, disse que o acordo é uma resposta à importância de se indignar contra as atrocidades. O advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou que essa reparação é um passo importante para reconhecer as vítimas da repressão e para a construção da verdade sobre os abusos da ditadura.
A Advocacia-Geral da União (AGU) anunciou um acordo de indenização de R$ 3 milhões com os familiares de Vladimir Herzog, jornalista assassinado durante a ditadura militar. O acordo, firmado em resposta a uma ação judicial, será submetido à homologação da Justiça Federal.
Este acordo ocorre em um ano significativo, pois marca os 50 anos da morte de Herzog, que aconteceu em 1975 nas dependências do DOI-CODI em São Paulo. Em março, o Ministério dos Direitos Humanos reconheceu Herzog como anistiado político, um passo importante na busca por justiça.
Além da indenização, a AGU garantiu a continuidade do pagamento de uma pensão mensal à viúva de Herzog, Clarice, no valor de R$ 34,5 mil. O acordo inclui também valores retroativos e compensação por danos morais, totalizando os R$ 3 milhões.
Ato Simbólico
A AGU planeja realizar um ato simbólico na sede do Instituto Vladimir Herzog, em São Paulo, na próxima quinta-feira. A procuradora-geral da União, Clarice Calixto, destacou que o acordo representa uma resposta à provocação de Herzog sobre a importância da indignação diante das atrocidades.
O advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou que essa reparação é um marco na luta por reconhecimento das vítimas da repressão e um passo significativo na construção da verdade histórica sobre os abusos cometidos durante a ditadura.
Entre na conversa da comunidade