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Autoridades russas realizam invasão em igrejas batistas e multam líderes religiosos na Ucrânia

Autoridades russas aumentam repressão contra igrejas batistas em Luhansk, confiscando materiais e multando pastores durante cultos.

Foto: Reprodução
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As autoridades russas aumentaram a repressão contra igrejas batistas na região de Luhansk, na Ucrânia, desde a invasão em fevereiro de 2022. Recentemente, pastores foram multados e materiais religiosos foram confiscados em operações policiais. No dia 8 de junho, a igreja batista do Conselho de Igrejas em Krasnodon foi invadida durante um culto, com a polícia revistando o local e levando todos os materiais cristãos. O pastor Vladimir Rytikov, que lidera a igreja, disse que essas ações fazem parte de uma campanha contra igrejas não registradas, já que o governo exige que os pastores informem sobre os membros, o que ele considera uma traição. A Comissão dos EUA sobre Liberdade Religiosa Internacional denunciou várias violações da liberdade religiosa nas áreas ocupadas pela Rússia, onde as comunidades religiosas enfrentam pressão para se registrarem e seguir leis que limitam suas atividades. Em Donetsk, soldados russos também revistaram igrejas e apreenderam materiais religiosos. Desde o início da invasão, pelo menos 500 igrejas foram danificadas ou destruídas, e tribunais russos impuseram multas severas, levando ao fechamento de templos. Eric Mock, da Slavic Gospel Association, afirmou que as igrejas protestantes são vistas como ameaças pelo governo russo.

Autoridades russas intensificaram a repressão contra igrejas batistas na região de Luhansk, Ucrânia, desde a invasão em fevereiro de 2022. Recentemente, pastores foram multados e materiais religiosos confiscados durante operações policiais. A congregação batista do Conselho de Igrejas em Krasnodon foi alvo de uma invasão no dia 8 de junho, durante o culto de Pentecostes. A polícia local e um promotor revistaram o templo, levando todos os materiais cristãos e registrando imagens de suas instalações.

O pastor Vladimir Rytikov, que lidera a igreja, afirmou que essas ações fazem parte de uma campanha para reprimir igrejas não registradas, em conformidade com leis “anti-missionárias”. Ele destacou que a recusa em se registrar se deve à exigência do governo russo de que os pastores informem sobre a vida dos membros, o que considera uma traição. Rytikov já havia enfrentado perseguições no passado, incluindo prisão em 1979 por seu envolvimento em atividades cristãs.

Violação da Liberdade Religiosa

A Comissão dos EUA sobre Liberdade Religiosa Internacional denunciou diversas violações da liberdade religiosa nas áreas ocupadas pela Rússia. As comunidades religiosas enfrentam pressão para se registrarem, o que as obriga a seguir leis que restringem atividades e discursos religiosos. Em Donetsk, soldados russos revistaram igrejas, apreendendo equipamentos e literatura religiosa considerada “extremista”.

Além das invasões, as autoridades russas têm perseguido líderes cristãos e destruído locais de culto. Desde o início da invasão, pelo menos 500 igrejas e locais religiosos foram danificados ou destruídos. Relatórios indicam que tribunais russos impuseram multas e restrições severas, levando ao fechamento de templos. Eric Mock, da Slavic Gospel Association, destacou que as igrejas protestantes são vistas como agentes do Ocidente, o que contribui para sua desconfiança por parte do governo russo.

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