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Cesar Maia destaca legado de gestão aos 80 anos em entrevista ao GLOBO

Cesar Maia analisa os desafios do Rio de Janeiro aos 80 anos e critica a segurança pública, destacando a complexidade do tema.

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Cesar Maia, ex-prefeito do Rio de Janeiro, completou 80 anos e falou sobre sua carreira política em uma entrevista. Ele teve uma trajetória marcada por prisões e exílio durante a ditadura militar e foi prefeito por 12 anos. Maia destacou os desafios atuais da cidade, especialmente a segurança pública. Em sua casa em São Conrado, ele revisitou sua história política, mencionando suas relações com Lula e Bolsonaro, e comentou sobre a administração atual. Maia começou sua militância no Partido Comunista em 1964 e viveu experiências de prisão e exílio no Chile. Ele também lembrou de sua relação com Leonel Brizola e o PDT, e de momentos importantes como a apuração das eleições de 1982. Ao assumir a prefeitura, ele enfrentou problemas urbanos e implementou projetos como Rio Cidade e Favela Bairro. Maia reconheceu que a crise na saúde em 2005 foi um dos maiores desafios de sua gestão. Ele se orgulha de ser visto como um bom gestor e acredita que sua administração trouxe melhorias para a cidade. Sobre a segurança pública, Maia expressou preocupação com a proposta de uma guarda municipal armada e criticou ações do Bope que resultaram em mortes. Ele também falou sobre seu filho, Rodrigo, que não pretende voltar à política, e mencionou que continua ativo na vida pública, mesmo que de forma virtual.

Cesar Maia, ex-prefeito do Rio de Janeiro, completou 80 anos e, em entrevista, refletiu sobre sua trajetória política marcada por prisões e exílio durante a ditadura militar. Maia, que foi prefeito por 12 anos, destacou os desafios atuais da cidade, especialmente em relação à segurança pública.

Em sua residência em São Conrado, Maia revisitou sua carreira, desde os primeiros passos na política até as crises enfrentadas em seus mandatos. Ele mencionou suas relações com figuras como Lula e Bolsonaro, além de comentar sobre a atual administração da cidade. Com dificuldades de locomoção, o ex-prefeito ainda não planeja se aposentar da vida pública.

Maia relembrou sua militância política, que começou no Partido Comunista em 1964, e suas experiências de prisão e exílio no Chile. Ele também falou sobre sua relação com Leonel Brizola e o PDT, destacando momentos marcantes, como a apuração paralela das eleições de 1982, que expôs fraudes eleitorais.

Desafios e Legados

Ao assumir a prefeitura, Maia enfrentou a desordem urbana e implementou projetos como Rio Cidade e Favela Bairro, que transformaram áreas da cidade. Ele reconheceu que a maior crise de sua gestão foi na saúde, em 2005, e que a enchente de 1996 teve um impacto significativo em sua popularidade.

Maia se orgulha de ser lembrado como um bom gestor e acredita que sua administração trouxe uma nova ordem urbana ao Rio. Ele também comentou sobre a importância do Pan-Americano de 2007 para a conquista da Olimpíada de 2016.

Reflexões sobre o Presente

Sobre a atual situação do Rio, Maia expressou preocupação com a segurança pública, considerando a proposta de uma guarda municipal armada como um risco. Ele criticou a recente ação do Bope em Santo Amaro, que resultou na morte de um jovem, e afirmou que a segurança é um problema complexo.

Por fim, Maia falou sobre seu filho, Rodrigo, que atualmente atua no setor financeiro e não pretende retornar à política. O ex-prefeito ainda mantém sua rotina de acordar cedo para ler jornais e continua ativo na vida pública, mesmo que de forma virtual.

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