A deputada federal Erika Hilton está lutando pela redução da jornada de trabalho no Brasil e, após o movimento ganhar força nas redes sociais, o governo começou a apoiar a proposta. Uma subcomissão foi criada para discutir a Proposta de Emenda à Constituição, que Hilton acredita ter boas chances de ser aprovada. No começo, ela foi vista como “louca” por sugerir essa mudança, mas sua habilidade de comunicação nas redes sociais ajudou a mudar essa visão. Hilton se reuniu com ministros e com o presidente Lula, o que ajudou a aumentar o apoio à proposta. A ideia surgiu de um movimento chamado Vida Além do Trabalho. Ela acredita que a articulação política é essencial para o avanço da proposta e não se deixará abater pelas críticas, defendendo que a redução da jornada não prejudica a economia. Hilton também se posiciona a favor dos direitos da comunidade trans, afirmando que grupos conservadores tentam prejudicar essa população. Ela se vê como uma defensora do diálogo e dos direitos humanos, adaptando-se às circunstâncias, mas firme em suas convicções.
A deputada federal Erika Hilton tem se destacado na luta pela redução da jornada de trabalho no Brasil, enfrentando críticas e resistência. Em recente entrevista ao Canal UOL, ela revelou que, após o movimento ganhar força nas redes sociais, o governo começou a apoiar a proposta. Uma subcomissão foi criada para discutir a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que Hilton acredita ter chances reais de aprovação.
Hilton relatou que, no início, foi tratada como “louca” por sugerir a redução da jornada. No entanto, a parlamentar afirmou que sua boa comunicação nas redes sociais ajudou a mudar essa percepção. Ela se reuniu com ministros e até com o presidente Lula, o que contribuiu para a adesão do governo à proposta. A deputada explicou que a ideia surgiu a partir de um movimento chamado Vida Além do Trabalho, que a procurou para discutir a questão.
A articulação política foi fundamental para o avanço da proposta. Hilton destacou que não se deixará abater pelas críticas e que continuará lutando pela aprovação da redução da jornada. Ela refutou a ideia de que essa mudança seria prejudicial à economia, comparando os argumentos contrários aos que foram usados em momentos históricos, como a abolição da escravatura e a criação da licença-maternidade.
A deputada também se posicionou sobre a luta pelos direitos da comunidade trans, afirmando que grupos conservadores tentam promover a “precariedade humana” dessa população. Hilton se vê como uma defensora do diálogo e da diplomacia, apesar de enfrentar ataques e violências. Ela se descreve como uma “camaleoa”, capaz de se adaptar às circunstâncias, mas firme em sua defesa dos direitos humanos.
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