Geraldo Moreira, ex-deputado estadual, será julgado na próxima segunda-feira, 23 de junho, às 13h, no III Tribunal do Júri do Rio de Janeiro. Ele é acusado de ser o mandante do assassinato de Carlos Alberto Peres Miranda, que aconteceu em 14 de março de 2008, na Tijuca, motivado por ciúmes em relação à sua ex-mulher, Leila Mayworm Costa. O Ministério Público afirma que Moreira acreditava que a vítima influenciava Leila a não aceitar a divisão de bens do casal. A investigação mostrou que ele teria ordenado a um policial militar, Marcelo Brasil Gonçalves, que contratasse dois executores, Leandro Rosa da Silva e Ulisses Matheus Costa, que seguiram a vítima e a mataram. Outros acusados, Ailton Silva Diniz e Ivan Luiz Bayer, também estão envolvidos, sendo responsáveis por planejar o crime e fornecer a arma. A recompensa prometida aos executores era de R$ 10 mil para Ulisses e R$ 5 mil para Leandro. O caso gerou grande repercussão na época e agora volta a ser destaque com o início do julgamento, que será presidido pela juíza Tula Correa de Mello.
O ex-deputado estadual Geraldo Moreira será julgado por júri popular na próxima segunda-feira, 23 de junho, às 13h, no III Tribunal do Júri do Rio de Janeiro. Ele é acusado de ser o mandante do assassinato de Carlos Alberto Peres Miranda, ocorrido em 14 de março de 2008, na Tijuca, Zona Norte da cidade. O crime teria sido motivado por ciúmes em relação à ex-mulher de Moreira, Leila Mayworm Costa.
De acordo com a denúncia do Ministério Público, Geraldo Moreira acreditava que a vítima influenciava Leila a não aceitar a partilha de bens do casal. A investigação revelou que o ex-deputado teria ordenado ao policial militar Marcelo Brasil Gonçalves que contratasse dois executores: Leandro Rosa da Silva e Ulisses Matheus Costa. Os assassinos seguiram a vítima, sacaram uma pistola e dispararam contra ela.
Detalhes do Crime
Os acusados Ailton Silva Diniz e Ivan Luiz Bayer também estão envolvidos no caso, sendo responsáveis por planejar o crime, fornecer a arma e intermediar a contratação dos executores. A recompensa prometida para Ulisses era de R$ 10 mil, enquanto Leandro receberia R$ 5 mil. A sentença de pronúncia destacou que os depoimentos das testemunhas apresentaram contradições, o que pode influenciar o desfecho do julgamento.
O caso, que chocou a sociedade na época, agora retorna ao centro das atenções com o início do julgamento. A expectativa é alta, considerando a gravidade das acusações e o histórico do ex-parlamentar. A juíza Tula Correa de Mello presidirá a sessão, que promete ser um marco importante na busca por justiça.
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