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Governo descarta novas medidas fiscais e prioriza aumento de impostos

Governo Lula enfrenta resistência no Congresso e busca apoio para evitar bloqueios em pacote fiscal de R$ 50 bilhões.

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O governo de Lula está tendo dificuldades para passar um pacote fiscal no Congresso que pretende arrecadar R$ 50 bilhões em dois anos. A Câmara dos Deputados está tentando anular um decreto que aumenta o IOF, o que complica ainda mais a situação fiscal. O governo quer aumentar impostos e acabar com isenções fiscais, mas enfrenta resistência de líderes que pedem cortes de gastos. A equipe econômica argumenta que acabar com algumas isenções é necessário, já que elas custam cerca de R$ 800 bilhões por ano. A proposta para sustar o decreto do IOF está avançando rapidamente, aumentando a pressão sobre o governo, que quer zerar o déficit primário até 2025. O presidente da Câmara, Hugo Motta, disse que não vai colocar a proposta em votação imediata, dando tempo para o governo negociar. A liberação lenta de emendas parlamentares, que são verbas para projetos, também está gerando tensão. Motta, que inicialmente apoiou o pacote fiscal, mostrou descontentamento em uma reunião com Lula. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, já fez ajustes na proposta do IOF, que antes incluía um congelamento de R$ 31 bilhões no Orçamento, e agora apresentou uma versão mais simples e uma medida separada para aumentar a tributação sobre investimentos.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfrenta dificuldades no Congresso para avançar com um pacote fiscal que visa arrecadar R$ 50 bilhões em dois anos. A Câmara dos Deputados está em processo de anulação de um decreto que aumenta o IOF, complicando ainda mais a situação fiscal do governo.

A estratégia do governo inclui o aumento de impostos e o fim de isenções fiscais, mas enfrenta resistência de líderes do Congresso, que pedem cortes de despesas. A equipe econômica defende que a eliminação de algumas isenções é uma resposta a essas demandas, já que os incentivos fiscais custam cerca de R$ 800 bilhões anualmente.

A proposta para sustar o decreto do IOF avança rapidamente, aumentando a pressão sobre o governo, que pretende zerar o déficit primário até 2025. O presidente da Câmara, Hugo Motta, comprometeu-se a não colocar a proposta em votação imediata, permitindo que o governo negocie com os parlamentares e explique melhor seu plano.

A liberação lenta das emendas parlamentares, que são verbas para projetos nas bases eleitorais, também é um ponto de tensão. Motta, que inicialmente apoiou o pacote fiscal, expressou descontentamento com o governo em reunião com Lula. A liberação desses recursos pode ser crucial para aumentar o apoio no Congresso.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, já ajustou sua proposta do IOF, que inicialmente incluía um congelamento de R$ 31 bilhões no Orçamento. Após reações negativas do mercado, ele apresentou uma versão mais enxuta do decreto e uma medida separada para aumentar a tributação sobre investimentos.

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