Familiares das vítimas dos acidentes com os jatos 737 Max da Boeing pediram a um juiz que rejeite um acordo que permitiria à empresa evitar acusações criminais. Os advogados de 15 famílias argumentam que a Boeing deve ser responsabilizada por conspiração criminosa. O acordo proposto com o Departamento de Justiça dos EUA permitiria à Boeing evitar um processo criminal em troca do pagamento de mais de US$ 1,1 bilhão em multas. Os advogados afirmam que a Boeing já admitiu os fatos necessários para sua condenação e que o governo deveria seguir com a acusação original, que está pendente há mais de quatro anos. Além disso, os familiares pediram ao juiz Reed O’Connor que nomeasse um promotor especial para supervisionar o caso, afirmando que o acordo permitiria que a Boeing “comprasse sua saída de uma condenação criminal”. A Boeing defendeu o acordo como uma forma de garantir responsabilização significativa. Alguns familiares também expressaram preocupação com a segurança da aviação, mencionando um recente acidente com um Boeing 787 Dreamliner. O novo acordo exige que a Boeing contrate um consultor independente para supervisionar suas melhorias em conformidade e segurança. Se o juiz aceitar o arquivamento, isso encerrará um caso criminal de longa duração contra a Boeing, que já havia se declarado culpada anteriormente, mas teve o acordo rejeitado pelo juiz. O governo afirmou que poderá reabrir as acusações caso a Boeing não cumpra os termos do novo acordo.
Parentes de vítimas dos acidentes com os jatos 737 Max da Boeing solicitaram a um juiz federal que rejeite um acordo que permitiria à empresa evitar acusações criminais. O pedido foi feito por advogados de 15 famílias, que argumentam que a Boeing deve ser responsabilizada por conspiração criminosa.
O acordo proposto entre a Boeing e o Departamento de Justiça dos EUA permitiria à fabricante evitar um processo criminal em troca do pagamento de mais de US$ 1,1 bilhão em multas e taxas. Os advogados afirmam que a Boeing já admitiu os fatos necessários para sua condenação e que o governo deveria seguir com a acusação original, que está pendente há mais de quatro anos.
Os familiares também pediram ao juiz Reed O’Connor, em Fort Worth, que nomeasse um promotor especial para supervisionar o caso. Eles argumentam que o acordo permitiria que a Boeing “comprasse sua saída de uma condenação criminal”, além de contornar uma revisão judicial completa. A Boeing, por sua vez, defendeu o acordo como uma forma de garantir “responsabilização significativa”.
Além disso, alguns familiares expressaram preocupação com a segurança da aviação, citando um recente acidente com um Boeing 787 Dreamliner da Air India. O novo acordo exige que a Boeing contrate um consultor independente para supervisionar suas melhorias em conformidade e segurança.
Se o juiz O’Connor aceitar o arquivamento, isso encerrará um caso criminal de longa duração contra a Boeing. No entanto, a empresa já havia se declarado culpada anteriormente, mas o acordo foi rejeitado pelo juiz. O governo afirmou que poderá reabrir as acusações caso a Boeing não cumpra os termos do novo acordo.
Entre na conversa da comunidade