Davi Alcolumbre começou a montar a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, que foi proposta na última sessão do Congresso. Ele pediu que os líderes de cada partido indiquem os membros. A CPMI terá quinze deputados e quinze senadores, além de suplentes. O PL de Jair Bolsonaro terá direito a seis vagas, sendo três para deputados e três para senadores. O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante, disse que vai ceder uma vaga de suplente ao partido Novo, que poderia ficar de fora da comissão. As negociações sobre as indicações ainda estão em andamento. A CPMI deve começar a funcionar em agosto, após o recesso parlamentar, e seu objetivo é investigar o Instituto Nacional do Seguro Social.
Com a leitura do pedido de criação da CPMI do INSS na última sessão do Congresso, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) deu início ao processo de instalação da comissão. Ele solicitou que os líderes de bancada indiquem os membros de seus partidos e blocos.
A CPMI será composta por quinze deputados e quinze senadores titulares, além de um número igual de suplentes. O PL de Jair Bolsonaro terá direito a seis vagas, sendo três para deputados e três para senadores. O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), mencionou que cederá uma das vagas de suplente ao partido Novo, que poderia ficar fora da comissão devido ao cálculo de proporcionalidade.
As negociações internas sobre as indicações estão em andamento. Tanto Sóstenes quanto o líder do PL no Senado, Carlos Portinho (RJ), ainda não definiram os nomes que representarão a sigla na CPMI. O deputado brincou sobre a situação, afirmando que “está uma briga danada aqui dentro”.
A expectativa é que a CPMI do INSS comece a funcionar em agosto, após o recesso parlamentar. A comissão tem como objetivo investigar questões relacionadas ao Instituto Nacional do Seguro Social, e sua instalação é vista como um passo importante para a transparência e fiscalização das atividades do órgão.
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