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Silvio Almeida sugere retratação a ex-diretor do MDH, que não aceita proposta

Silvio Almeida propôs retratação pública a Leonardo Pinho, que rejeitou a oferta e o processo por assédio moral seguirá.

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Silvio Almeida, ex-ministro dos Direitos Humanos, processou Leonardo Pinho, ex-diretor do ministério, por acusações de assédio moral que ele fez em uma entrevista. Durante uma audiência de conciliação, a defesa de Almeida sugeriu que Pinho se retratasse publicamente e enviasse cartas aos meios de comunicação, mas Pinho recusou a proposta. A defesa de Almeida, representada pela advogada Eduarda Zapponi, queria que Pinho afirmasse que suas alegações eram falsas e que ele não fizesse mais acusações desse tipo. Além disso, a proposta incluía uma compensação por danos morais. A defesa de Pinho, composta pelos advogados Carlos Nicodemos e Rodolfo Xavier, está coletando provas para apoiar suas alegações. O processo começou após Almeida se sentir vítima de falsas acusações. Pinho afirmou que a relação entre ele e Almeida piorou em 2023, com episódios de agressividade verbal por parte do ex-ministro, que negou as acusações, chamando-as de inverídicas.

A defesa de Silvio Almeida, ex-ministro dos Direitos Humanos, apresentou uma proposta de retratação pública a Leonardo Pinho, ex-diretor do ministério, durante uma audiência de conciliação. Pinho é alvo de um processo por acusações de assédio moral feitas em entrevista ao portal Metrópoles. A proposta, feita nesta terça-feira, incluía um vídeo e cartas aos veículos de comunicação.

Pinho deveria esclarecer que as alegações feitas por ele nunca ocorreram. Além disso, a defesa de Almeida, representada pela advogada Eduarda Zapponi, solicitou que o ex-diretor se comprometesse a não fazer mais alegações desse tipo. A proposta também previa uma composição civil por danos morais, a ser definida com o aceite das condições.

No entanto, Pinho rejeitou a proposta, e o processo seguirá seu curso. A defesa do ex-diretor, composta pelos advogados Carlos Nicodemos e Rodolfo Xavier, já está reunindo provas documentais e testemunhais para sustentar suas alegações. O processo é resultado de uma queixa-crime apresentada por Almeida, que se considera vítima de falsas acusações.

Durante a entrevista, Pinho relatou que a relação com Almeida se deteriorou ao longo de 2023, culminando em episódios de agressividade verbal por parte do ex-ministro. Ele afirmou que Almeida teria gritado e feito gestos intimidatórios, além de ter se descontrolado em uma conversa sobre Anielle Franco, que acusou Almeida de assédio sexual. A defesa do ex-ministro refuta as acusações, classificando-as como “absolutamente inverídicas”.

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