A deputada federal Erika Hilton falou sobre sua atuação na Câmara em uma entrevista ao Canal UOL. Ela disse que tenta ser diplomática, mas que responde a provocações quando necessário. Hilton explicou que suas reações são respostas a ataques e que não começa a discutir de forma agressiva. Ela também comentou sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que quer mudar a escala 6×1, afirmando que acredita que pode ser aprovada e que sua comunicação nas redes sociais ajudou a mudar a visão sobre o assunto. Além disso, Hilton criticou a direita por atacar a comunidade trans, dizendo que essas pessoas são usadas como “bode expiatório” e que isso gera um clima de medo na sociedade. A entrevista completa está disponível no Canal UOL e no YouTube.
A deputada federal Erika Hilton, conhecida por sua defesa dos direitos humanos, se posicionou sobre sua atuação na Câmara em entrevista ao Canal UOL. Ela afirmou que, embora busque a diplomacia, não hesita em responder a provocações. Hilton destacou que não é uma “deputada raivosa o tempo todo”, mas que, em algumas situações, é necessário “descer ao nível” de quem a ataca.
A parlamentar enfatizou que suas reações são respostas a violências dirigidas a ela e aos grupos que representa. “Não começo um discurso brigando. Sou diplomata, republicana e acredito no diálogo”, afirmou. Hilton também mencionou que os episódios considerados “barracos” são, na verdade, reações a provocações, e que se orgulha de defender seu povo.
PEC contra a escala 6×1
Em relação à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que visa alterar a escala 6×1, a deputada acredita que há uma chance real de aprovação. “Quando essa pauta começou, fui tratada como louca”, disse Hilton, ressaltando que sua comunicação nas redes sociais ajudou a mudar a percepção sobre o tema. Ela revelou que conversou com ministros e com o presidente Lula, o que contribuiu para a adesão do governo à proposta.
Hilton criticou a direita por atacar a comunidade trans, afirmando que esses grupos promovem uma “precariedade humana”. Segundo a deputada, as pessoas trans se tornaram o “bode expiatório” da direita, sendo alvo de um “pânico construído” para amedrontar a sociedade. A entrevista completa pode ser assistida no Canal UOL e no YouTube.
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