Antônio Cláudio Alves Ferreira, que quebrou um relógio histórico no Palácio do Planalto durante os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, saiu da prisão em Minas Gerais e agora cumprirá 17 anos de pena em regime semiaberto. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais confirmou que ele não usará tornozeleira eletrônica no início, pois não há equipamentos disponíveis. Ferreira ficará em sua casa em Uberlândia e não poderá sair. Futuramente, ele poderá trabalhar se receber uma proposta. O relógio danificado, que pertenceu a Dom João VI e foi restaurado na Suíça, voltou a ser exibido no Palácio do Planalto em janeiro deste ano. Em junho de 2024, Ferreira foi julgado pelo Supremo Tribunal Federal e condenado por cinco crimes, incluindo golpe de Estado.
O homem que quebrou um relógio histórico no Palácio do Planalto durante os atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, Antônio Cláudio Alves Ferreira, deixou a prisão em Minas Gerais. Ele cumprirá 17 anos de pena em regime semiaberto. A informação foi confirmada pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais.
Ferreira não será monitorado por tornozeleira eletrônica neste início, devido à falta de equipamentos disponíveis no estado. Ele ficará em sua residência em Uberlândia, sem poder se ausentar. A decisão judicial permite que, futuramente, ele possa trabalhar, caso receba uma proposta.
O relógio danificado, um exemplar do século XVII, foi restaurado na Suíça e voltou a ser exibido no Palácio do Planalto em janeiro deste ano. A peça, que pertenceu a Dom João VI, é feita de casco de tartaruga e bronze raro, não fabricado há décadas.
Em junho de 2024, Ferreira foi julgado pelo Supremo Tribunal Federal e condenado por cinco crimes, incluindo abolição violenta do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. O caso gerou grande repercussão, especialmente pela importância histórica do relógio danificado.
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