O governador Tarcísio de Freitas sancionou uma lei que reconhece a banda Renascer Praise e a Marcha Para Jesus como patrimônio cultural imaterial do estado de São Paulo. A assinatura aconteceu durante a 33ª edição da Marcha, que reuniu milhares de pessoas na capital. Tarcísio ressaltou a importância do evento e exibiu uma bandeira de Israel, já que o tema deste ano foi o apoio ao país, que enfrenta conflitos. O evento contou com a presença de políticos, incluindo o ministro do STF André Mendonça e os prefeitos de São Paulo e Sorocaba. A Marcha Para Jesus é uma celebração que mistura fé e cultura evangélica, atraindo uma grande multidão anualmente.
O governador Tarcísio de Freitas sancionou, nesta quinta-feira, 19 de outubro, a lei que reconhece a banda Renascer Praise e a Marcha Para Jesus como patrimônio cultural imaterial do estado de São Paulo. A assinatura ocorreu durante a 33ª edição do evento, que reuniu milhares de fiéis na capital paulista.
Durante seu discurso, Tarcísio destacou a importância da Marcha, afirmando: “Tem duas placas que eu queria deixar com vocês. A primeira que torna a Marcha para Jesus patrimônio cultural imaterial do estado de São Paulo. A outra que torna a Renascer Praise patrimônio cultural imaterial do estado.” O reconhecimento da Marcha como patrimônio cultural é de 2023, enquanto a banda foi oficialmente reconhecida neste ano.
Apoio a Israel
O evento deste ano teve como tema central o apoio a Israel. O governador exibiu uma bandeira israelense e participou de uma oração em homenagem ao país, que enfrenta um conflito com o Irã e a situação na Faixa de Gaza. A presença de figuras políticas, como o ministro do STF André Mendonça, também marcou a edição, que contou com a participação de outros líderes, como o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, e o prefeito de Sorocaba, Rodrigo Manga.
A Marcha Para Jesus é um evento tradicional que atrai anualmente uma multidão de participantes, promovendo shows e orações em um ambiente de celebração e fé. A edição deste ano, além de celebrar a cultura evangélica, também se posicionou em um contexto político e internacional, refletindo a união entre religião e política no Brasil.
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