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Cappelli destina R$ 63 mil para promover conteúdos na corrida ao governo do DF

Ricardo Cappelli investe R$ 63 mil em redes sociais e critica governo atual, buscando apoio popular para sua candidatura ao governo do DF.

Ricardo Cappelli, presidente da ABDI (Foto: Divulgação/ABDI)
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Ricardo Cappelli, presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento, é pré-candidato ao governo do Distrito Federal e já tem o apoio do ex-governador Rodrigo Rollemberg. Nos últimos três meses, ele gastou cerca de R$ 63 mil em anúncios nas redes sociais, principalmente no DF, para se promover e criticar o governo atual de Ibaneis Rocha. Entre março e junho, mais de R$ 58 mil foram usados em campanhas no Instagram e Facebook voltadas para o público do DF, enquanto quase R$ 5 mil foram gastos em Goiás e apenas cerca de R$ 100 em outros estados. Cappelli tem compartilhado vídeos sobre suas propostas e críticas, abordando temas como a privatização da rodoviária e a situação dos professores do DF. Especialistas alertam que gastos altos podem ser vistos como abuso de poder econômico, e o monitoramento de suas despesas será importante nas próximas etapas da campanha.

Ricardo Cappelli, atual presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento (ABDI), é pré-candidato ao governo do Distrito Federal. Nos últimos três meses, ele investiu aproximadamente R$ 63 mil em impulsionamentos nas redes sociais, com foco principal no DF. O ex-interventor federal já conta com o apoio do ex-governador Rodrigo Rollemberg.

Entre 20 de março e 17 de junho, Cappelli direcionou mais de R$ 58 mil para campanhas no Instagram e Facebook voltadas para o público do DF. Em Goiás, o investimento foi de quase R$ 5 mil, enquanto os gastos em outros estados foram insignificantes, totalizando cerca de R$ 100. Esse movimento visa consolidar sua imagem como candidato e criticar o governo atual de Ibaneis Rocha (MDB).

Cappelli tem utilizado suas redes sociais para compartilhar vídeos sobre suas ações e realizar críticas ao governo vigente. Entre os temas abordados estão a privatização da rodoviária, a luta dos professores do DF e o Parque da Prainha. Especialistas alertam que, embora não haja regras explícitas sobre impulsionamentos fora do período eleitoral, gastos excessivos podem ser interpretados como abuso de poder econômico.

Com a aprovação do PSB, Cappelli se posiciona como uma alternativa ao atual governo, buscando mobilizar apoio popular através de suas estratégias digitais. O monitoramento de seus gastos pode ser um fator a ser observado nas próximas etapas da campanha.

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