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Trump promove alívio para imigrantes durante o Mundial, mas tensão persiste nos jogos

Torcedores temem operações de imigração durante o Mundial de Clubes nos EUA, enquanto Trump intensifica ações do ICE em grandes cidades.

Torcedores do Wydad Casablanca, do Marrocos, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia (Foto: Bruno Braz / UOL)
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O Mundial de Clubes nos Estados Unidos está gerando preocupação entre torcedores brasileiros e marroquinos devido à política de imigração de Donald Trump. Muitos torcedores expressam medo de operações do ICE, embora não tenham visto a presença do órgão nos jogos. No Metlife Stadium, um torcedor brasileiro evitou comentar sobre imigração, enquanto torcedores marroquinos também se mostraram cautelosos. A insegurança é evidente, com alguns brasileiros vendendo ingressos por receio de deportação. Claiton Vieira, torcedor do Flamengo, confirmou que muitos estão se desfazendo de seus ingressos. Mesmo quem possui green card sente a ameaça de deportação. A segurança nos estádios é focada em itens proibidos, mas a desconfiança persiste, com torcedores acreditando que agentes de imigração possam estar disfarçados. A situação pode mudar rapidamente, já que Trump ordenou o aumento das operações de imigração em cidades como Nova York e Los Angeles, onde ocorrem os jogos. Recentes operações do ICE causaram protestos e violência, e o governo enviou tropas para controlar a situação. O clima festivo do torneio contrasta com a tensão política, que inclui preocupações sobre um possível ataque ao Irã.

O Mundial de Clubes, que acontece nos Estados Unidos, tem atraído torcedores brasileiros e marroquinos, mas também gerado um clima de receio entre imigrantes devido à política de imigração de Donald Trump. Recentemente, torcedores expressaram medo de operações do ICE (Serviço de Imigração e Alfândega) durante os jogos, embora a presença do órgão não tenha sido notada até agora.

No Metlife Stadium, um torcedor de uma torcida brasileira se esquivou de comentar sobre a política de imigração, levando um colega a afirmar que ele estava em situação irregular. Em outro jogo na Filadélfia, torcedores marroquinos também evitaram falar sobre o tema, evidenciando o clima de tensão. Apesar da ausência do ICE nos estádios, o medo persiste entre os imigrantes.

A insegurança é palpável entre os brasileiros que residem nos EUA. Muitos decidiram vender seus ingressos por receio de operações de imigração. Claiton Vieira, torcedor do Flamengo, confirmou que muitos locais estão se desfazendo de seus ingressos por medo. Outro torcedor, que possui green card, relatou que a deportação tem sido uma preocupação constante, mesmo para aqueles que estão em processo legal.

A segurança nos estádios se limita a itens proibidos, com revistas rigorosas e uso de cães farejadores. No entanto, a desconfiança persiste. Alberto Ferreira, torcedor palmeirense, acredita que agentes de imigração possam estar disfarçados.

A situação pode mudar rapidamente. Trump ordenou o aumento das operações de imigração em cidades como Nova York e Los Angeles, que são sedes do torneio. Recentes operações do ICE geraram protestos e violência, levando o governo a enviar tropas para conter a situação. O clima festivo do Mundial contrasta com a tensão política, que inclui a possibilidade de um ataque ao Irã, aumentando a preocupação entre os torcedores.

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