O prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião, passou por momentos de medo durante bombardeios em Tel Aviv, onde ficou preso com outras autoridades brasileiras. O ataque do Irã a Israel começou em 13 de junho, e Damião e seu grupo foram evacuados em 17 de junho, após dias tensos. Ele estava em Israel a convite da embaixada e descreveu a situação como angustiante, pensando que poderia nunca mais ver sua família. O grupo, com 40 pessoas, usou um aplicativo para receber alertas sobre os ataques e se refugiou em um hotel com paredes reforçadas. Desde o início dos bombardeios, eles não saíram do hotel, descendo ao abrigo várias vezes ao dia. No dia 16 de junho, Damião e 11 outros foram escoltados por militares israelenses até a fronteira com a Jordânia, em um trajeto de duas horas em vans comuns. Ao chegarem à fronteira, cada um pagou 100 dólares para atravessar a ponte. Depois de mais seis horas de viagem, chegaram à Arábia Saudita, onde um ônibus turístico os esperava. Damião lamentou que, em vez de um avião da Força Aérea Brasileira, tiveram que voltar ao Brasil em um voo particular com escala em Cabo Verde.
O prefeito de Belo Horizonte, Álvaro Damião, relatou momentos de terror durante bombardeios em Tel Aviv, onde ficou preso com outras autoridades brasileiras. O ataque do Irã a Israel, que começou em 13 de junho, levou à evacuação do grupo em 17 de junho, após dias de tensão.
Damião, que viajava a convite da embaixada de Israel, descreveu a situação como angustiante. Ele afirmou que, ao ouvir os mísseis, pensou que “nunca mais veria sua família”. O grupo, composto por 40 autoridades, foi aconselhado a usar um aplicativo que emitia alertas sobre os ataques. O hotel onde estavam funcionava como abrigo, com paredes reforçadas.
As autoridades não saíram do hotel desde o início dos bombardeios, descendo ao abrigo de três a quatro vezes ao dia. Na segunda-feira, 16 de junho, Damião e outros 11 membros do grupo foram escoltados por militares israelenses até a fronteira da Jordânia. O trajeto, que durou cerca de duas horas, foi feito em vans comuns, sem blindagem.
Ao chegarem à fronteira, cada um pagou US$ 100 para atravessar a ponte que separa os países. Após mais seis horas de viagem, chegaram à Arábia Saudita, onde um ônibus turístico os aguardava. Damião lamentou que, em vez de um avião da Força Aérea Brasileira, tiveram que utilizar um voo particular para retornar ao Brasil, com escala em Cabo Verde.
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