O ministro Alexandre de Moraes, do STF, pediu que a defesa do general Braga Netto informe, em até 24 horas, os detalhes dos voos para uma acareação com Mauro Cid, marcada para 23 de outubro, com o intuito de garantir a segurança do réu. Braga Netto está preso desde dezembro de 2022, acusado de obstrução de Justiça e tentativa de golpe de Estado. A Polícia Federal investiga sua tentativa de obter informações sobre a delação de Mauro Cid, que o implicou em um esquema golpista. A acareação foi solicitada pela defesa de Braga Netto para contestar a colaboração de Cid, que afirmou ter recebido R$ 100 mil do general para financiar o plano. O ministro Moraes quer saber os números dos voos, horários e itinerários para proteger o réu. A acareação será em uma sala fechada do STF, sem a presença da imprensa. Ambos os réus podem mentir durante o depoimento, mas a colaboração de Cid será reavaliada ao final do julgamento. Se o STF decidir que ele não cumpriu o acordo, poderá perder os benefícios e voltar à prisão. A defesa de Braga Netto busca deslegitimar a colaboração de Cid, que foi reforçada por mensagens que mostram um envolvimento maior do general.
O ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou que a defesa do general da reserva Braga Netto forneça, em até 24 horas, detalhes sobre seus voos para uma acareação com Mauro Cid, marcada para 23 de outubro. O objetivo é garantir a segurança do réu durante o encontro em Brasília.
Braga Netto está preso desde dezembro de 2022, acusado de obstrução de Justiça e tentativa de golpe de Estado. A investigação da Polícia Federal revela que ele tentou obter informações sobre a delação premiada de Mauro Cid, que implicou o general em um esquema golpista. A acareação foi solicitada pela defesa de Braga Netto, que busca contestar a colaboração de Cid.
O ministro Moraes exigiu informações sobre números de voos, horários e itinerários para evitar a exposição do réu. A acareação ocorrerá em uma sala fechada da Primeira Turma do STF, sem acesso à imprensa. Ambos os réus têm o direito de mentir durante o depoimento, mas a colaboração de Cid será reavaliada ao final do julgamento. Se o STF concluir que ele não cumpriu as cláusulas do acordo, poderá perder os benefícios e retornar à prisão.
A estratégia da defesa de Braga Netto visa deslegitimar a colaboração de Cid, que afirmou ter recebido R$ 100 mil do general para financiar o plano golpista. A implicação de Braga Netto por Cid ocorreu após a recuperação de mensagens que indicavam um maior envolvimento do general do que o inicialmente declarado.
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