Lula completou 900 dias de governo e, nesta semana, o Banco Central aumentou a taxa Selic pela sétima vez seguida, agora em 15% ao ano. Quando ele assumiu em janeiro de 2023, a taxa era de 13,75%, que ele chamou de “irracional”. Na sua primeira gestão, entre 2003 e 2005, o Banco Central reduziu a Selic em 5,25 pontos percentuais. A atual política é mais restritiva, visando controlar a inflação e estabilizar a economia. Lula critica essa alta dos juros, que, segundo ele, prejudica o crescimento econômico. Economistas estão preocupados com os efeitos negativos dessa decisão sobre o consumo e o investimento, o que pode dificultar a recuperação econômica do país.
Lula completou 900 dias de governo em seu terceiro mandato nesta semana, recebendo como “presente” do Banco Central a sétima alta consecutiva da taxa Selic, que agora está em 15% ao ano. Ao assumir o cargo em janeiro de 2023, a taxa estava em 13,75%, que o presidente classificou como “irracional”.
Durante sua primeira gestão, entre 2003 e 2005, o Banco Central adotou uma política de redução da Selic, diminuindo-a em 5,25 pontos percentuais, de 25% para 19,75%. A atual política monetária, por outro lado, reflete uma abordagem mais restritiva, com o objetivo de controlar a inflação e estabilizar a economia.
O presidente Lula tem criticado a trajetória da taxa de juros, que, em seu entendimento, impacta negativamente o crescimento econômico. A decisão do Banco Central, liderado por Gabriel Galípolo, de elevar a Selic novamente, intensifica o debate sobre a eficácia das medidas adotadas para conter a inflação.
A alta da Selic tem gerado preocupações entre economistas e analistas, que apontam para os efeitos adversos sobre o consumo e o investimento. A expectativa é que a continuidade dessa política monetária restritiva possa dificultar a recuperação econômica do país nos próximos meses.
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