O tenente-coronel Hélio Ferreira Lima, conhecido como ‘kid preto’, teve seu pedido para participar de uma acareação entre Mauro Cid e Walter Braga Netto negado pelo ministro Alexandre de Moraes. A decisão foi divulgada nesta segunda-feira, 23, e a audiência está marcada para a manhã de terça-feira, 24. Ferreira Lima está preso desde novembro de 2024 por sua participação em um plano golpista. Moraes explicou que ele não é réu no processo, que envolve apenas um grupo específico da conspiração, e por isso sua presença não é necessária. Mesmo assim, o ministro afirmou que as provas coletadas durante a audiência poderão ser entregues à defesa de Ferreira Lima, se forem relevantes. O tenente-coronel é acusado de tentar assassinar autoridades, incluindo o presidente Lula e o vice, Geraldo Alckmin, e é suspeito de espalhar informações falsas sobre as eleições de 2022 para incitar protestos em frente a quartéis. Em maio de 2024, ele se tornou réu em outra ação relacionada a um grupo diferente da trama golpista.
Hélio Ferreira Lima, conhecido como ‘kid preto’, teve seu pedido para participar da acareação entre Mauro Cid e Walter Braga Netto negado pelo ministro Alexandre de Moraes. A decisão foi anunciada nesta segunda-feira, 23, e a audiência está marcada para a manhã de terça-feira, 24.
O tenente-coronel do Exército está preso desde novembro de 2024 por sua participação em uma trama golpista. Moraes argumentou que Ferreira Lima não é réu no processo, que se concentra apenas no núcleo 1 da conspiração. O ministro destacou que, por não ser parte da ação penal, sua presença na acareação não é necessária.
Moraes também mencionou que, apesar da negativa, provas produzidas durante a audiência poderão ser disponibilizadas à defesa de Ferreira Lima, caso sejam de interesse. O tenente-coronel é acusado de envolvimento em um plano que visava o assassinato de autoridades, incluindo o presidente Lula e o vice, Geraldo Alckmin.
Além disso, Ferreira Lima é suspeito de integrar um grupo que disseminava informações falsas sobre as eleições de 2022, com o intuito de incitar manifestações em frente a quartéis. Em maio de 2024, ele se tornou réu em uma ação que investiga a atuação do núcleo 3 da trama golpista.
Entre na conversa da comunidade