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Pastores enfrentam prisão na Nicarágua com fé e determinação em oração e jejum

Pastor e líderes cristãos libertados após nove meses de prisão na Nicarágua enfrentam crescente repressão religiosa no país.

Imagem ilustrativa. (Foto: Unsplash/Matthew Ansley)
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Em 2023, o pastor Jose Luis Orozco e 12 líderes do ministério Mountain Gateway foram presos na Nicarágua, onde o governo de Daniel Ortega reprime a liberdade religiosa. Eles foram detidos após uma cruzada evangelística e acusados de lavagem de dinheiro, recebendo penas de 12 a 15 anos. Durante os nove meses na prisão, enfrentaram condições difíceis, sem água potável ou Bíblias, mas mantiveram a fé. O pastor Orozco disse que acreditava em uma mudança. As famílias dos detidos não tinham informações sobre eles, o que causou grande preocupação. A libertação deles aconteceu após um acordo mediado pelos Estados Unidos, que também libertou outros prisioneiros políticos. Agora, Orozco vive no Texas, onde lidera uma nova igreja e vê sua libertação como um milagre de Deus. A perseguição religiosa na Nicarágua, no entanto, continua, com mais de 256 igrejas evangélicas fechadas nos últimos quatro anos. A Mountain Gateway, que atraía grandes públicos, foi alvo de repressão, e a situação se agravou após uma cruzada em novembro, resultando no fechamento de igrejas e confisco de bens. Desde 2018, o governo fechou mais de 5.400 ONGs, muitas delas cristãs, e cerca de 100 pastores ainda estão presos, enquanto a comunidade cristã enfrenta severas restrições.

Em 2023, o pastor Jose Luis Orozco e 12 líderes do ministério Mountain Gateway foram presos injustamente na Nicarágua, sob o regime de Daniel Ortega. A detenção ocorreu após uma cruzada evangelística em dezembro, resultando em uma condenação por lavagem de dinheiro, com penas de 12 a 15 anos e multas exorbitantes.

Durante os nove meses de encarceramento, Orozco e os outros pastores enfrentaram condições severas, sem acesso a água potável ou Bíblias. Em entrevista à AP News, ele relatou que a fé foi fundamental para suportar a situação. “O Senhor me disse: ‘Não tenha medo, José Luis. Um vento soprará do norte, suas correntes se quebrarão e as portas se abrirão'”, afirmou.

As famílias dos detidos não receberam informações sobre seus entes queridos, o que gerou desespero. O pastor destacou que, apesar da adversidade, mantiveram a esperança de que a situação se resolveria. A libertação ocorreu após um acordo mediado pelos Estados Unidos, que resultou na soltura de 135 prisioneiros políticos.

Testemunho de Fé

Jose e sua família agora vivem no Texas, onde ele lidera uma nova igreja. Ele acredita que sua libertação é um testemunho do poder de Deus, afirmando que “se Deus pôde realizar tal milagre para mim, ele poderia fazer isso por você também”. A perseguição religiosa na Nicarágua, no entanto, continua a aumentar, com o fechamento de mais de 256 igrejas evangélicas nos últimos quatro anos.

A Mountain Gateway, que realizou campanhas evangelísticas em 2023, foi alvo de repressão após atrair grandes multidões. A assessora jurídica da ADF Internacional, Kristina Hjelkrem, destacou que a perseguição se intensificou após uma cruzada em novembro, resultando no confisco de bens e no fechamento de igrejas.

Contexto de Repressão

Desde 2018, o governo nicaraguense fechou mais de 5.400 ONGs, muitas delas cristãs. Atualmente, cerca de 100 pastores permanecem presos, e a comunidade cristã enfrenta severas restrições à liberdade religiosa. Muitos se reúnem em casas para cultuar sem chamar a atenção das autoridades, em um cenário de crescente repressão e medo.

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