O governo brasileiro, liderado por Luiz Inácio Lula da Silva, está preocupado com a possível ausência do presidente da China, Xi Jinping, na cúpula do Brics, que acontecerá nos dias 6 e 7 de julho no Rio de Janeiro. Há informações de que Xi pode não comparecer, e se isso acontecer, o primeiro-ministro Li Qiang irá representar a China. Celso Amorim, assessor do governo, espera que Xi participe, pois a relação entre os dois líderes é importante. A China ainda não confirmou a presença de Xi, mas afirmou que dará informações sobre a viagem no momento certo. Além disso, a participação do presidente da Rússia, Vladimir Putin, é improvável devido a um mandado do Tribunal Penal Internacional. A relação entre Brasil e China, que completa 50 anos, já enfrentou desafios, como a recusa do Brasil em aceitar a Iniciativa Cinturão e Rota. Recentemente, a China isentou brasileiros de visto, mas o Brasil não fará o mesmo. Se Xi não for, apenas Lula e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, estarão presentes como líderes fundadores do Brics, junto com o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa. Lula está tentando convencer Xi a participar, pois acredita que isso fortaleceria os laços entre os países.
O governo brasileiro, sob a liderança de Luiz Inácio Lula da Silva, enfrenta incertezas quanto à presença do presidente da China, Xi Jinping, na cúpula do Brics, marcada para os dias 6 e 7 de julho no Rio de Janeiro. Informações recentes indicam que Xi pode não comparecer, o que comprometeria a representação do evento. Caso sua ausência se confirme, o primeiro-ministro Li Qiang deverá liderar a delegação chinesa.
Celso Amorim, assessor especial do Palácio do Planalto, expressou o desejo de que Xi participe, ressaltando a importância da relação pessoal entre os dois líderes. A China, por sua vez, não confirmou nem descartou a presença de Xi, com o porta-voz do Ministério do Exterior, Guo Jiakun, afirmando que informações sobre a viagem serão divulgadas no momento apropriado. Guo também destacou o apoio da China à presidência brasileira do Brics e a intenção de promover maior cooperação no grupo.
Além da possível ausência de Xi, a participação do presidente da Rússia, Vladimir Putin, é considerada improvável devido a um mandado do Tribunal Penal Internacional por crimes de guerra na Ucrânia. Putin não compareceu a eventos internacionais recentes, incluindo a cúpula do Brics em Joanesburgo e reuniões do G20.
Relações Bilaterais
A relação entre Brasil e China, que completa 50 anos, tem enfrentado desafios. Em uma visita anterior, a recusa do Brasil em aceitar a Iniciativa Cinturão e Rota e a oferta de pandas por parte da China geraram tensões. Recentemente, a China anunciou a isenção de visto para brasileiros que visitarem o país, mas o Brasil não pretende adotar reciprocidade.
Se Xi não comparecer, apenas Lula e o primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, estarão presentes como líderes dos membros fundadores do Brics. O presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, também deve participar. Lula tem se empenhado para convencer Xi a comparecer, considerando a importância do encontro para fortalecer laços entre os países.
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