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MP solicita investigação do TCU sobre falhas no sistema do CNJ após invasão

Ministério Público junto ao TCU investiga falhas de segurança no CNJ após condenação de Carla Zambelli por invasão de sistemas judiciais.

A deputada Carla Zambelli postou foto de encontro com o hacker Walter Delgatti (Foto: Reprodução/Twitter)
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O Ministério Público junto ao TCU pediu uma investigação sobre possíveis problemas no sistema do CNJ e a realização de uma auditoria. Essa ação vem após a condenação de Carla Zambelli, que foi sentenciada a dez anos de prisão por invadir sistemas judiciais e inserir dados falsos. O subprocurador-geral Lucas Furtado destacou que o aumento de casos de invasões mostra que o sistema judicial é vulnerável a ataques cibernéticos. O Ministério Público alertou que a falta de segurança pode afetar a confiança da sociedade nas instituições. Auditorias anteriores mostraram que poucas entidades seguiram as recomendações de segurança. Se forem encontradas falhas, o MPTCU quer responsabilizar os envolvidos e garantir que medidas de segurança, como a autenticação multifator, sejam adotadas.

O Ministério Público junto ao TCU solicitou a investigação de possíveis fragilidades no sistema do CNJ e a realização de uma auditoria. A medida visa identificar e corrigir falhas de segurança cibernética nos sistemas judiciais, especialmente após o caso de Carla Zambelli.

Zambelli foi condenada pelo STF a dez anos de prisão por invadir sistemas judiciais e inserir dados falsos, como um mandado de prisão contra Alexandre de Moraes. O subprocurador-geral Lucas Furtado destacou que o aumento de processos relacionados a invasões de dispositivos revela a vulnerabilidade do sistema judicial a ataques cibernéticos.

A representação do Ministério Público enfatiza que a indisponibilidade ou manipulação desses sistemas pode comprometer a credibilidade das instituições e a confiança da sociedade. Auditorias anteriores do TCU mostraram que apenas 14 de 229 entidades implementaram mais de 70% das medidas recomendadas para segurança.

Caso sejam identificadas falhas, o MPTCU pretende responsabilizar os envolvidos e assegurar a adoção de medidas que fortaleçam a segurança cibernética. Entre as sugestões apresentadas está a implementação da autenticação multifator, uma prática que pode aumentar significativamente a proteção dos sistemas judiciais.

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