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Câmara aprova fim do exame psicológico periódico para policiais

Câmara dos Deputados aprova projeto que facilita acesso a armamentos e elimina avaliação psicológica para servidores da segurança pública.

Deputado federal Marcos Pollon (PL-MS). (Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados)
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A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou um projeto que acaba com a avaliação psicológica a cada três anos para servidores da segurança pública que querem manter o porte de arma de fogo. A decisão foi tomada na segunda-feira, 23, e também revoga regras que restringem o acesso a armamentos como fuzis e acessórios controlados. O projeto, criado pelo deputado Marcos Pollon e relatado pelo deputado Delegado Caveira, ainda precisa ser analisado por outras comissões antes de ser votado pelo plenário da Câmara e pelo Senado. A eliminação da avaliação psicológica, que era importante para garantir a saúde mental dos profissionais, pode facilitar o acesso a armas, gerando discussões sobre segurança e responsabilidade no uso de armamentos. Essa mudança pode afetar a atuação dos servidores e levantar preocupações sobre a segurança da população.

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou um projeto que elimina a avaliação psicológica a cada três anos para servidores da segurança pública que desejam manter o porte de arma de fogo. A decisão ocorreu na segunda-feira, 23, e também revoga partes da Portaria Conjunta 1/24, que limitava o acesso a armamentos de uso restrito, como fuzis e acessórios controlados.

O projeto, de autoria do deputado Marcos Pollon (PL-MS) e relatado pelo deputado Delegado Caveira (PL-PA), ainda precisa passar por análise nas comissões de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para se tornar lei, a proposta deve ser aprovada pelo plenário da Câmara e pelo Senado.

A avaliação psicológica, que visava garantir a aptidão mental dos profissionais de segurança, foi considerada uma medida de controle essencial. Com a nova proposta, a expectativa é que o acesso a armamentos de uso restrito se torne mais facilitado para os agentes de segurança pública, o que gera debates sobre a segurança e a responsabilidade no uso de armamentos.

A mudança nas regras de acesso a armamentos e a eliminação da avaliação psicológica podem ter impactos significativos na atuação dos servidores da segurança pública, além de levantar questões sobre a segurança da população em geral.

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