Marlúcia Ramiro, de 63 anos, que já era acusada de participar dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, agora enfrenta novas acusações de abuso físico, psicológico e sexual contra duas meninas em Buritizal, São Paulo. As denúncias foram feitas pela mãe das crianças, que na época tinha 8 e 2 anos, e ocorreram em 2023, enquanto Marlúcia estava foragida. A mãe, que conheceu Marlúcia em 2018, a convidou para morar em sua casa para ajudar com as crianças. Com o tempo, notou que as filhas estavam chorando muito e se recusando a comer. Os abusos teriam se intensificado no final de 2023, quando uma prima das crianças presenciou uma agressão. A criança mais velha contou sobre maus-tratos e agressões que aconteciam enquanto a mãe trabalhava. Após os relatos, a mãe expulsou Marlúcia e foi alertada sobre um mandado de prisão relacionado aos atos de janeiro. O caso foi enviado ao Ministério Público e novas evidências surgiram, incluindo depoimentos sobre possível abuso sexual. A filha mais velha disse que Marlúcia tirava fotos e vídeos das partes íntimas da irmã bebê. Diante da gravidade das acusações, o processo foi transferido para a Justiça Criminal. Marlúcia nega as acusações e diz que é alvo de retaliação. O advogado da família afirmou que ela cuidava das meninas enquanto a mãe trabalhava. O Ministério Público pediu mais investigações, incluindo a apreensão do celular de Marlúcia.
Marlúcia Ramiro, de 63 anos, acusada de participar dos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, enfrenta novas acusações de abuso físico, psicológico e sexual contra duas meninas em Buritizal, interior de São Paulo. As denúncias foram feitas pela mãe das crianças, que tinham 8 e 2 anos na época dos supostos abusos, ocorridos em 2023, enquanto Marlúcia estava foragida.
A mãe, uma profissional de marketing de 36 anos, relatou que conheceu Marlúcia em 2018 durante manifestações bolsonaristas. Após se mudarem para a mesma cidade, Marlúcia foi convidada a morar em sua casa para ajudar no cuidado das crianças. Com o tempo, a mãe notou mudanças no comportamento das filhas, incluindo choro constante e recusa alimentar.
Os abusos se agravaram no final de 2023, quando uma prima das crianças testemunhou uma agressão. A criança mais velha revelou uma rotina de maus-tratos, incluindo abandono e agressões físicas, que ocorriam enquanto a mãe trabalhava. Após os relatos, a mãe decidiu expulsar Marlúcia e contatou sua filha, que a alertou sobre o mandado de prisão relacionado aos atos de janeiro.
O caso foi encaminhado ao Ministério Público e está sob a supervisão da 2ª Promotoria de Justiça de Igarapava. Novas evidências surgiram, incluindo depoimentos que indicam possível abuso sexual. A filha mais velha afirmou que Marlúcia fazia fotos e vídeos das partes íntimas da irmã bebê. Diante da gravidade das acusações, o processo foi transferido para a Justiça Criminal.
Marlúcia nega as acusações e alega que se trata de uma retaliação. O advogado da família afirmou que ela cuidava das meninas enquanto a mãe trabalhava. O Ministério Público solicitou a devolução da investigação à Delegacia para aprofundamento, incluindo a apreensão do celular de Marlúcia.
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