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Polícia Federal prende policiais civis e piloto da Copa Truck em operação de corrupção

Polícia Federal prende piloto Roberval Andrade e investigadores da Polícia Civil em operação contra corrupção e vazamento de informações sigilosas.

Piloto Roberval Andrade já foi campeão na Fórmula Truck (Foto: Reprodução)
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A Polícia Federal prendeu três pessoas, incluindo o piloto Roberval Andrade, em uma operação chamada Augusta, que aconteceu nesta quarta-feira. A operação investiga um esquema de corrupção e vazamento de informações sigilosas envolvendo policiais e civis. Os mandados de prisão foram cumpridos em São Paulo e Praia Grande. Andrade, de 54 anos, é acusado de lavagem de dinheiro e corrupção, junto com dois investigadores da Polícia Civil. As investigações mostram que eles favoreciam pessoas em investigações criminais em troca de vantagens. Um caso importante envolve a tentativa de devolver um helicóptero do Primeiro Comando da Capital, que estava bloqueado pela Justiça. Essa operação é um desdobramento da Operação Tácitus, que já investigava policiais por manipulação de informações. A operação conta com a ajuda do GAECO e da Polícia Militar, e os detidos podem ser acusados de corrupção e violação de sigilo. As investigações continuam em segredo, e a Secretaria de Segurança Pública ainda não se pronunciou.

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (25), a Operação Augusta, que resultou na prisão de três pessoas, incluindo o piloto Roberval Andrade, campeão da Fórmula Truck. A operação visa desarticular um esquema de corrupção e vazamento de informações sigilosas envolvendo agentes públicos e particulares.

Os mandados de prisão e busca foram cumpridos em São Paulo e Praia Grande, com ordens expedidas pela Justiça. Andrade, de 54 anos, é investigado por lavagem de dinheiro e corrupção, enquanto os outros alvos são os investigadores da Polícia Civil Sérgio Ribeiro e Marcelo Marques de Souza, conhecido como “Bombom”. As defesas dos detidos não foram localizadas até o momento.

Detalhes da Investigação

As investigações revelam que os envolvidos favoreciam ilegalmente pessoas em inquéritos criminais em troca de vantagens indevidas. Entre os crimes apurados estão o arquivamento irregular de procedimentos policiais e o repasse clandestino de informações protegidas. Um caso em destaque envolve a tentativa de restituição de um helicóptero do Primeiro Comando da Capital, bloqueado pela Justiça.

A operação é um desdobramento da Operação Tácitus, que ocorreu em dezembro do ano passado e investigou policiais suspeitos de manipulação de informações para beneficiar criminosos. Parte dos alvos atuais foi delatada pelo corretor de imóveis Antonio Vinicius Gritzbach, assassinado em novembro de 2022.

Colaboração e Ações

A Operação Augusta é realizada em conjunto com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público de São Paulo, com apoio da Polícia Militar e da Corregedoria da Polícia Civil. Os detidos poderão responder por corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional e quebra de sigilo bancário. As investigações seguem em andamento sob sigilo, e a Secretaria de Segurança Pública ainda não se manifestou sobre o caso.

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