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Câmara de Vereadores contesta posse de prefeito reeleito no Rio de Janeiro

Câmara de Vereadores de Itaguaí recorre ao STF para contestar posse de Rubão, que alega não estar em seu terceiro mandato.

Rubem Vieira de Souza, o Dr. Rubão: terceiro mandato (Foto: Fabiano Rocha)
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A Câmara de Vereadores de Itaguaí recorreu ao STF para contestar a decisão que permitiu a posse de Rubem Vieira, conhecido como Rubão, como prefeito. O ministro Dias Toffoli afirmou que Rubão não está em seu terceiro mandato, mas em um mandato “tampão”. Rubão, do Podemos, assumiu a prefeitura após receber 39,46% dos votos e substituir um prefeito que sofreu impeachment. A Câmara argumenta que ele completou um terceiro mandato e pediu ao STF que reconsidere a decisão. Rubão defende que sua posse foi legítima, pois era presidente da Câmara. O recurso está sob análise de Toffoli, que decidiu que Rubão permaneça no cargo até que o TSE se pronuncie sobre sua candidatura. O segundo colocado na eleição, Donizete, do União Brasil, não contestou a posse de Rubão até agora. A situação em Itaguaí gera dúvidas sobre as regras eleitorais e a legitimidade das decisões do STF.

A Câmara de Vereadores de Itaguaí (RJ) recorreu ao STF para contestar a liminar que permitiu a posse de Rubem Vieira, conhecido como Rubão, como prefeito. A decisão foi proferida pelo ministro Dias Toffoli, que alegou que Rubão não estaria em seu terceiro mandato, mas sim em um mandato “tampão”.

Rubão, do Podemos, assumiu a prefeitura após uma eleição em que obteve 39,46% dos votos. A Câmara argumenta que ele completou um terceiro mandato, pois, ao assumir a prefeitura, substituiu um prefeito que havia sofrido impeachment. A defesa de Rubão sustenta que sua posse foi legítima, já que ele estava na linha sucessória como presidente da Câmara.

A Câmara de Itaguaí afirmou que “criar narrativas e fatos para se manter no poder não é só um ato antidemocrático”, pedindo que o STF reconsidere a decisão de Toffoli. O Legislativo local já havia demonstrado insatisfação com a liminar, chegando a fechar as portas antes de cumpri-la.

Recurso e Desdobramentos

O recurso agora está sob análise do próprio relator, Toffoli, que determinou que Rubão permaneça no cargo até que o TSE decida sobre a legalidade de sua candidatura. O segundo colocado na eleição, Donizete, do União Brasil, não contestou a posse de Rubão, optando por não tomar medidas jurídicas até o momento.

A situação em Itaguaí levanta questões sobre a interpretação das regras eleitorais e a legitimidade das decisões do STF. A Câmara de Vereadores busca uma solução rápida para a questão, enquanto Rubão se prepara para continuar seu trabalho à frente da prefeitura.

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