Roberval Andrade, piloto de Fórmula Truck, foi preso em uma operação da Polícia Federal chamada Augusta, que investiga corrupção e vazamento de informações sigilosas. A operação resultou na apreensão de bens, incluindo um helicóptero e carros de luxo, e na prisão de outros envolvidos, como policiais. A equipe de Andrade, a ASG Motor Sport, afirmou que o piloto sempre teve uma conduta profissional e que acredita em sua inocência, destacando que o caso está em segredo de justiça. Andrade é investigado por lavagem de dinheiro e corrupção, e a operação é parte de uma investigação maior que envolve policiais suspeitos de manipulação de inquéritos. Os mandados de busca foram cumpridos em várias localidades, e os investigados podem responder por crimes graves. As investigações continuam em andamento.
Roberval Andrade, piloto campeão de Fórmula Truck, foi preso nesta quarta-feira (25) em uma operação da Polícia Federal. A operação, chamada Augusta, investiga um esquema de corrupção e vazamento de informações sigilosas envolvendo agentes públicos e particulares. A ação resultou na apreensão de bens e na detenção de outros envolvidos, incluindo policiais.
A equipe de Andrade, a ASG Motor Sport, se manifestou nas redes sociais, afirmando que o piloto sempre teve uma conduta profissional e que acredita no princípio da inocência. A nota destaca que o caso está em segredo de justiça e que a equipe aguardará os desdobramentos das investigações. “A ASG Motorsport permanece à disposição das autoridades”, concluiu o comunicado.
A operação é um desdobramento da investigação relacionada à delação premiada do corretor de imóveis Antonio Vinicius Gritzbach, assassinado em novembro do ano passado. Andrade é investigado por lavagem de dinheiro e corrupção. Além dele, dois investigadores da Polícia Civil de São Paulo também foram presos. Um deles, Sérgio Ribeiro, está sendo apresentado na Delegacia do Deinter 6, em Santos, enquanto o outro, Marcelo Marques de Souza, já se encontra detido.
Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em várias localidades, incluindo a capital paulista e a Praia Grande. A operação apreendeu um helicóptero, carros de luxo, dinheiro e armas, como um fuzil e pistolas. Os alvos da investigação são acusados de favorecer ilegalmente pessoas em inquéritos criminais em troca de vantagens indevidas. Entre os crimes apurados estão o arquivamento irregular de procedimentos policiais e o repasse clandestino de informações protegidas por sigilo.
A operação Augusta é um desdobramento da Tácitus, que investiga policiais suspeitos de manipulação e vazamento de investigações a criminosos. Os investigados poderão responder por crimes como corrupção ativa e passiva e violação de sigilo funcional. As investigações seguem em andamento sob sigilo.
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