A deputada federal Erika Hilton, do PSOL de São Paulo, se defendeu das críticas sobre o uso de dinheiro da Câmara para cirurgias no nariz. Ela divulgou notas fiscais que mostram que pagou os procedimentos com seu próprio dinheiro e que o reembolso que recebeu foi parcial. As cirurgias foram feitas em fevereiro do ano passado no Hospital Samaritano, custando R$ 26 mil para tratar sinusite e R$ 22 mil para uma cirurgia plástica, que foi paga em três parcelas. Além disso, Erika contratou dois maquiadores como assessores, o que gerou mais polêmica. Os maquiadores têm salários de R$ 9.678,22 e R$ 2.126,59. A deputada afirmou que as críticas são uma tentativa de desmoralizá-la e uma distração de questões mais importantes, como a votação no Senado sobre o aumento do número de deputados.
A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) divulgou notas fiscais para esclarecer que custeou suas cirurgias no nariz com recursos próprios, após ser acusada de utilizar dinheiro da Câmara para o procedimento. A polêmica surgiu após uma reportagem do portal Metrópoles informar que ela teria recebido R$ 24,7 mil em reembolso.
Em suas postagens na rede social X, Erika detalhou que os procedimentos ocorreram em 22 de fevereiro do ano passado no Hospital Samaritano. O primeiro procedimento, recomendado para tratar sinusite crônica, custou R$ 26 mil. A deputada afirmou que o reembolso recebido foi parcial e que a operação era complexa. O segundo procedimento, uma cirurgia plástica, custou R$ 22 mil, pago em três parcelas.
Contratações Polêmicas
Além das cirurgias, Erika Hilton também enfrentou críticas por ter contratado dois maquiadores como assessores. Os profissionais, que aparecem na folha de pagamento do gabinete, compartilham nas redes sociais detalhes sobre os trabalhos realizados para a deputada. O maquiador Ronaldo Hass, com salário de R$ 9.678,22, e Índy Montiel, com salário de R$ 2.126,59, são os contratados.
Erika defendeu suas ações, afirmando que as acusações são uma perseguição e uma tentativa de desmoralizá-la. Ela classificou a situação como uma cortina de fumaça para desviar a atenção de outras questões, como a votação no Senado sobre o aumento do número de deputados.
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