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Polícia chinesa interrompe culto e detém oito cristãos em ação repressiva

Oito cristãos foram presos em culto na Igreja de Sião, em Pequim, enquanto um jovem permanece detido sem informações sobre sua situação.

Cristãos estudando a Bíblia na China. (Foto: Ilustração/Portas Abertas)
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No último domingo, a Igreja de Sião em Pequim teve oito cristãos presos durante um culto. O pastor Jin Mingri informou que a polícia invadiu a reunião e levou os fiéis para interrogatório. Um dos detidos, um jovem chamado Zhu Hua, ainda está sem informações sobre sua situação. Sua família não recebeu notificações formais e o pai tentou, sem sucesso, saber mais com a polícia. A igreja relatou que tem enfrentado crescente repressão, com muitos membros sendo assediados. Eles pedem orações para fortalecer a fé dos perseguidos e para que a verdade prevaleça em meio a essa adversidade.

No último domingo, 22 de outubro, a Igreja de Sião em Pequim foi alvo de uma ação policial que resultou na prisão de oito cristãos durante um culto. A informação foi compartilhada pelo pastor Jin Mingri e sua equipe em uma carta de oração, que descreveu a situação como parte de uma crescente repressão religiosa na China.

Os cristãos foram detidos em uma reunião em Changzhou, na província de Jiangsu, e levados para a Delegacia de Polícia de Hongmei para interrogatório. Até a noite de domingo, um jovem chamado Zhu Hua permanecia detido sem informações sobre sua situação. A carta de oração relatou que a polícia, ao invadir o culto, submeteu os fiéis a um interrogatório considerado irracional.

Detalhes da Detenção

Zhu Hua é descrito como um jovem dedicado à sua fé e respeitado entre os membros da igreja. Sua família não recebeu notificações formais sobre sua detenção, e o pai tentou, sem sucesso, obter informações da polícia. A única resposta recebida foi a orientação para aguardar uma notificação, sem detalhes sobre os responsáveis pelo caso.

A Igreja de Sião destacou que suas filiais têm enfrentado uma crescente repressão, com muitos membros sendo convocados ou assediados. A congregação acredita que esses incidentes refletem a pressão intensa sobre grupos religiosos na China.

Apelo à Oração

A carta de oração conclama cristãos em todo o mundo a se unirem em oração pelos perseguidos. Desde abril de 2025, a Igreja na China tem enfrentado um período de provação sem precedentes, com pastores detidos e presbíteros severamente condenados. A Igreja de Sião pede que a fé dos cristãos perseguidos seja fortalecida e que a verdade prevaleça em meio à adversidade.

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