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TCE critica gestão de Tarcísio de Freitas pela crescente falta de professores e policiais

Relatório aponta que mais da metade dos professores da rede estadual são temporários, enquanto a segurança pública enfrenta déficit de efetivos.

Tarcísio de Freitas e o secretário de Segurança Pública, Guilherme Derrite, em evento da Polícia Militar (Foto: Carol Jacob - 23.dez.2024/ALESP/Divulgação)
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A gestão de Tarcísio de Freitas enfrenta críticas por causa da falta de professores e policiais. Um relatório de 2024 do Tribunal de Contas do Estado mostra que 52,6% dos professores da rede estadual são temporários, muito acima do limite de 10% que o Plano Nacional de Educação permite. O número de professores temporários aumentou nos últimos anos, passando de 50,7% em 2023 e 48,1% em 2022. A Secretaria de Educação diz que 45,3% dos docentes são temporários, mas já contratou mais de 13 mil professores por concurso e planeja convocar mais quatro mil no próximo semestre. Na segurança pública, o relatório também aponta que há uma falta de 30% de efetivos na Polícia Militar e Civil. O governo afirma que fez a maior contratação de policiais em 14 anos, com mais de 11 mil novos agentes, incluindo 3,4 mil para a Polícia Civil, e que há concursos em andamento para mais 6,1 mil profissionais, sendo 3,1 mil para a Polícia Civil. A situação gera preocupações sobre a qualidade da educação e a segurança no estado.

A gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos) enfrenta críticas crescentes devido à defasagem nas contratações de professores e policiais. O relatório de prestação de contas de 2024, aprovado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), revela que 52,6% dos professores da rede estadual são temporários, superando o limite de 10% estabelecido pelo Plano Nacional de Educação (PNE).

Entre os mais de 200 mil professores da rede estadual, a porcentagem de temporários aumentou em relação aos anos anteriores, que registraram 50,7% em 2023 e 48,1% em 2022. A Secretaria de Educação (Seduc) afirma que, atualmente, 45,3% dos docentes são temporários, mas destaca que já contratou mais de 13 mil professores por meio de concurso e que outros quatro mil aprovados serão convocados no próximo semestre.

Discrepâncias na Segurança Pública

O TCE também apontou uma discrepância de 30% no quadro de efetivos da Polícia Militar e nas carreiras da Polícia Civil, incluindo delegados, escrivães e investigadores. O governo, por sua vez, defende que realizou a maior contratação de policiais em 14 anos, com mais de 11 mil novos agentes, sendo 3,4 mil para a Polícia Civil. Além disso, há concursos em andamento para a contratação de outros 6,1 mil profissionais, dos quais 3,1 mil são para a Polícia Civil.

A situação atual levanta preocupações sobre a qualidade da educação e a segurança pública no estado, com a gestão de Tarcísio de Freitas buscando equilibrar as demandas por efetivos qualificados em ambas as áreas.

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