O governo de Luiz Inácio Lula da Silva está enfrentando uma queda significativa em sua popularidade, de acordo com uma pesquisa do instituto Futura Inteligência. Apenas 23,9% dos eleitores consideram a gestão ótima ou boa, enquanto 51,1% a avaliam como ruim ou péssima, o que representa o pior índice desde o início do mandato. A pesquisa, realizada com 2.000 brasileiros entre 12 e 23 de junho de 2025, mostra uma redução de 8 pontos percentuais na aprovação e um aumento de 2,8 pontos na avaliação negativa. A insatisfação com a economia e a gestão pública são os principais motivos para essa percepção negativa, com cerca de 60,3% dos entrevistados considerando a situação econômica do Brasil ruim ou péssima. Crises recentes, como problemas com o PIX, IOF e INSS, também afetaram a avaliação do presidente. Além disso, a derrubada de um decreto presidencial pelo Congresso, algo inédito em 33 anos, mostra a fragilidade da relação entre o governo e os parlamentares. A gestão enfrenta dificuldades fiscais que podem impactar programas sociais, com um possível corte de até R$ 12 bilhões no orçamento. A pesquisa indica que 42,8% da população vê a criação de empregos como ruim ou péssima, apesar da taxa de desemprego ter caído para 6,2%, a menor para maio na história. A qualidade dos empregos gerados é questionada, pois muitos têm salários baixos e condições de trabalho insatisfatórias. A insatisfação econômica afeta a vida cotidiana das pessoas, com aumentos nos preços de alimentos e transporte influenciando a opinião pública.
O governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta uma queda acentuada em sua popularidade, conforme revela a pesquisa do instituto Futura Inteligência, divulgada nesta sexta-feira, 27. Apenas 23,9% dos eleitores avaliam a gestão como ótima ou boa, enquanto 51,1% a consideram ruim ou péssima, o pior índice desde o início do mandato.
A pesquisa, que entrevistou 2.000 brasileiros entre 12 e 23 de junho de 2025, mostra uma queda de 8 pontos percentuais na aprovação do governo, enquanto a avaliação negativa subiu 2,8 pontos. A insatisfação com a economia e a gestão pública são fatores que contribuem para essa percepção negativa. Cerca de 60,3% dos entrevistados afirmam que a situação econômica do Brasil é ruim ou péssima.
Crises Recentes
José Luiz Soares Orrico, fundador da Futura, aponta que crises recentes, como as relacionadas ao PIX, IOF e INSS, impactaram diretamente a avaliação do presidente. Ele destaca que a diferença entre as avaliações negativa e positiva, chamada de “boca de jacaré”, tem crescido. “A avaliação começou a piorar em 2024 e, com os problemas recentes, a situação se agravou”, afirma Orrico.
Além disso, a recente derrubada de um decreto presidencial pelo Congresso, algo inédito em 33 anos, evidencia a fragilidade da relação entre o governo e os parlamentares. A gestão enfrenta dificuldades fiscais que podem comprometer programas sociais, como o Minha Casa, Minha Vida e o vale-gás, com um possível corte de até R$ 12 bilhões no orçamento.
Percepção da Economia
A pesquisa também revela que 42,8% da população considera a criação de empregos ruim ou péssima, enquanto apenas 26% têm uma visão positiva. Apesar da queda do desemprego para 6,2%, a menor taxa para maio na história, a qualidade dos empregos gerados é questionada. Orrico explica que a percepção negativa está ligada a salários baixos e condições de trabalho insatisfatórias.
A insatisfação com a economia reflete diretamente na vida cotidiana das pessoas, impactando decisões diárias. A pesquisa Futura destaca que a avaliação da economia está intimamente relacionada à percepção individual sobre a própria vida, com aumentos nos preços de alimentos e transporte afetando a opinião pública.
Entre na conversa da comunidade