Marcus Aurelio Arduini Monzo, um brasileiro de 37 anos, foi condenado à prisão perpétua por assassinar o adolescente britânico Daniel Anjorin, de 14 anos, em Londres, usando uma espada. O juiz Joel Bennathan determinou que ele deve cumprir pelo menos 40 anos de pena, levando em conta seu estado psicótico e o impacto do crime, que também feriu cinco outras pessoas. Durante o ataque, que ocorreu enquanto Daniel ia para a escola, Marcus estava sob efeito de maconha e atacou por cerca de 20 minutos, ferindo gravemente três policiais e um homem de 35 anos. No tribunal, ele não mostrou emoção ao ser considerado culpado por homicídio e outros crimes. A família de Daniel expressou sua dor pela perda, e o caso levantou preocupações sobre segurança pública e o uso de drogas. A pena de Marcus poderá ser revisada após 40 anos, dependendo de seu comportamento.
O brasileiro Marcus Aurelio Arduini Monzo, de 37 anos, foi condenado à prisão perpétua por assassinar o adolescente britânico Daniel Anjorin, de 14 anos, em um ataque com espada em Hainault, Londres, em 30 de abril de 2024. O juiz Joel Bennathan impôs uma pena mínima de 40 anos, considerando o estado psicótico do réu e o impacto devastador do crime, que feriu outras cinco pessoas.
Durante o julgamento, o juiz destacou que Marcus, em estado de psicose induzida por maconha, atacou Daniel enquanto ele se dirigia à escola. O magistrado afirmou que o réu era “claramente psicótico” e elogiou a coragem dos policiais que responderam à ocorrência. O ataque durou cerca de 20 minutos, resultando em ferimentos graves a três policiais e a um homem de 35 anos.
Marcus Arduini Monzo não demonstrou emoção ao receber o veredito no tribunal de Old Bailey. Ele foi considerado culpado por homicídio, tentativa de homicídio, ferimentos intencionais e posse de arma ofensiva. O juiz ressaltou que o réu causou uma cena “devastadora” e que sua escolha de consumir cannabis foi a principal causa de seu estado naquele dia.
Após o ataque, a família de Daniel expressou sua dor. O pai, Ebenezer Anjorin, declarou que seu filho foi tirado de forma trágica, enquanto a mãe, Grace Anjorin, prometeu honrar a memória do adolescente. O caso gerou repercussão na comunidade, levantando questões sobre segurança pública e o impacto do uso de substâncias como a maconha em comportamentos violentos.
A pena de Marcus será revisada após o cumprimento do período mínimo, podendo resultar em liberdade condicional, dependendo de seu comportamento e remorso. Ele terá pelo menos 75 anos quando sua soltura for avaliada.
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