A Polícia Federal está investigando o Corinthians por possíveis crimes tributários desde abril de 2023, a pedido do Ministério Público Federal. A investigação analisa supostas sonegações de impostos durante as gestões de Duilio Monteiro Alves e Augusto Melo. Os crimes em questão estão relacionados à redução de tributos e contribuições sociais, mas os detalhes sobre os valores e o período exato dos supostos delitos não foram divulgados. O inquérito está em fase inicial e deve ser concluído em até quatro meses, embora esse prazo possa ser estendido. O Corinthians informou que seu departamento jurídico está ciente da situação e está trabalhando para esclarecer as questões levantadas. Além disso, o clube enfrenta um processo de Jonathan Cafu, que cobra R$ 2,5 milhões. A situação é complicada para o Corinthians, que tenta estabilizar sua administração e resolver problemas financeiros.
A Polícia Federal está investigando o Corinthians por possíveis crimes tributários, com um inquérito aberto em 30 de abril de 2023 a pedido do Ministério Público Federal. A investigação se concentra em supostas sonegações de impostos ocorridas durante as gestões de Duilio Monteiro Alves e Augusto Melo.
Os crimes investigados estão previstos nos artigos 1 e 2 da lei 8.137/90, que tratam da supressão ou redução de tributos e contribuições sociais. O período em que os supostos delitos ocorreram, assim como os valores envolvidos, permanece em sigilo. Fontes indicam que os débitos apurados referem-se ao final de 2023 e ao ano de 2024.
O inquérito ainda está em fase inicial, e o Ministério Público solicitou que a conclusão ocorra em até quatro meses, embora esse prazo possa ser prorrogado. Em nota, o Corinthians afirmou que seu departamento jurídico está ciente do inquérito e que está tomando as medidas necessárias para esclarecer as dúvidas das autoridades.
Além da investigação tributária, o clube enfrenta outros desafios, como o processo movido pelo jogador Jonathan Cafu, que cobra R$ 2,5 milhões do Corinthians. A situação do clube se complica em um momento em que a gestão interina busca estabilizar a administração e resolver pendências financeiras.
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