Movimentos sociais e entidades da sociedade civil pediram ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que nomeie Vera Lúcia Santana Araújo para uma vaga no Tribunal Superior Eleitoral. Vera Lúcia, que é ministra-substituta, pode se tornar a primeira mulher negra a ocupar uma posição permanente no TSE. A carta, assinada por mais de 100 organizações, afirma que sua presença ajudará a promover a equidade racial e a representatividade de grupos marginalizados, como a população negra e mulheres. A articulação em favor da nomeação foi liderada por entidades como a Coalizão Negra por Direitos e o Movimento Negro Unificado. Vera Lúcia está em uma lista que inclui apenas mulheres, e Lula deve anunciar sua decisão nas próximas semanas.
Movimentos sociais e entidades da sociedade civil enviaram uma carta ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva solicitando a nomeação de Vera Lúcia Santana Araújo para uma vaga titular no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Atualmente, Vera Lúcia ocupa o cargo de ministra-substituta e, se nomeada, poderá se tornar a primeira mulher negra a ocupar uma posição permanente na corte.
A carta, assinada por mais de 100 organizações, destaca que a presença de Vera Lúcia no TSE contribuirá para o fortalecimento de políticas de equidade racial e representatividade de grupos historicamente marginalizados, como a população negra, quilombola, indígena, periférica, de mulheres e LGBTQIAPN+. A mensagem também foi enviada aos ministros Ricardo Lewandowski, Gleisi Hoffmann e Jorge Messias.
A articulação em favor da nomeação de Vera Lúcia foi liderada por entidades como a Coalizão Negra por Direitos, o Instituto de Referência Negra Peregum, o Movimento Negro Unificado e o Geledes. As organizações afirmam que a escolha de Vera Lúcia reafirmará o compromisso de Lula com os interesses da maioria da população brasileira e reconhecerá a importância do sistema de Justiça Eleitoral na garantia de direitos.
Vera Lúcia compõe uma lista tríplice que inclui apenas mulheres, ao lado de Estela Aranha e Cristina Maria Gama Neves da Silva. O presidente Lula deve anunciar sua decisão nas próximas semanas.
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