O governo liberou R$ 1,15 bilhão em emendas parlamentares entre segunda e quarta-feira, totalizando R$ 1,9 bilhão em 2023. Essa liberação acontece em meio ao descontentamento de parlamentares, que criticavam a quantia anterior de R$ 776 milhões. A insatisfação aumentou após a derrubada de um decreto que aumentava o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), com 383 votos a favor e 98 contra na Câmara. A votação no Senado foi simbólica e ocorreu em um clima de tensão entre o Congresso e o governo, especialmente por conta de um projeto que poderia aumentar as tarifas de energia elétrica. A relação entre o governo e o Legislativo se tornou mais complicada, com a proximidade das festas de São João, que costumam limitar as votações. A expectativa é que a liberação de recursos ajude a melhorar a situação, mas a derrota no IOF mostra os desafios que o governo Lula enfrenta para manter apoio no Congresso.
O governo federal liberou R$ 1,15 bilhão em emendas parlamentares entre a última segunda e quarta-feira, totalizando R$ 1,9 bilhão em 2023. A liberação ocorre em um momento de crescente descontentamento entre os parlamentares, que criticam a baixa quantia liberada até agora.
Até o dia 23 de junho, o governo havia disponibilizado apenas R$ 776 milhões em emendas, o que gerou insatisfação entre deputados e senadores. A situação se agravou com a recente derrubada do decreto que aumentava o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), aprovada por 383 votos a favor e 98 contra na Câmara dos Deputados.
Tensão no Congresso
A votação no Senado foi simbólica, sem registro de posições. O projeto foi discutido após tensões entre o Congresso e o governo, especialmente em relação a um projeto que poderia elevar as tarifas de energia elétrica. Parlamentares expressaram irritação com o que consideraram uma tentativa do Planalto de transferir o desgaste político para o Legislativo.
A relação entre o governo e o Congresso se tornou ainda mais tensa, especialmente com a proximidade dos festejos de São João, que tradicionalmente limitam a agenda de votações na Câmara. A expectativa é que a liberação de recursos ajude a amenizar o descontentamento, mas a derrota no IOF evidencia os desafios que o governo Lula enfrenta para manter apoio no Legislativo.
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